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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

A revolução será ciberfeminista

Descrição para cegos: foto mostra uma mulher tirando foto de uma parede grafitada

Por Mikaella Pedrosa 

        Sem dúvida as paredes que limitavam o alcance das ideias feministas pelo mundo se tornaram inexistentes. A internet, em especial as redes sociais, proporcionou um meio essencial para a organização política do movimento feminista. Donna Haraway já problematizava em 1985 a “tecnocultura”, que seria a fusão entre o homem, a máquina e o produto disso influenciado por movimentos sociais, como o feminismo. 

quinta-feira, 12 de março de 2015

Marca de sopa lança campanha machista

Descrição para cegos: tirinha da marca de sopas Vono que traz o diálogo onde uma mulher pergunta "Quem somos?", "E o que queremos?" e "E o quando queremos", enquanto três mulheres respondem, respectivamente, "Mulheres!", "Não sabemos!" e "Agora!!!".

A Vono, conhecida marca de sopas, publica em sua página oficial no Facebook uma propaganda com tom humorístico, mas extremamente ofensiva à mulher. A propaganda alega que as mulheres não sabem o que querem, nem quando querem. A campanha foi alvo de críticas por muitos usuários da rede social que se manifestaram contra a propaganda. Essa não foi a primeira publicação da marca que reduz a mulher a estereótipos fúteis e insignificantes. Clique aqui para ver a crítica da blogueira Jarid Arraes sobre a campanha. (Jade Santos)

terça-feira, 22 de julho de 2014

Libertem-se!

Descrição para cegos: slogan da campanha "Homens, Libertem-se".
Homens são criados para comandar o mundo. Desde as mamães que fazem questão de que seus filhos não lavem os pratos até a educação sexual que manda “pegar geral”. A construção da masculinidade segue padrões rígidos que vão da primeira bolinha de futebol até a obsessão pelo tamanho dos órgãos genitais. O problema é que essa construção social é frágil, e quando ameaçada por qualquer demonstração de fraqueza, afeto ou qualquer coisa que seja lida como “feminina”, torna-se sinal de fragilidade ou emasculação. 

Essa hipermasculinidade tão incensada e tão insensata que se julga séria vem sendo discutida através da campanha “Homens, Libertem-se/MenGetFree”, do coletivo mo[vi]mento MG/RJ em parceria com o grupo de teatro The Living Theatre, de Nova York. 

A ideia da campanha é questionar o sistema patriarcal e as dimensões da construção do homem, promovendo maior respeito entre os gêneros. 


A campanha pede a libertação dos homens pela quebra dos aspectos que giram em torno do “gênero masculino”, pelo desfrutamento da liberdade de ser quem é e não o que a sociedade machista impõe. Somos muitos, todos diferentes e o respeito por nossas diferenças não deve ser pedido e nem conquistado, respeito é um direito universal.

Jéssika Queiroz