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quinta-feira, 9 de maio de 2019

WAPICHANA, KAIMEN MANAWYN!


Descrição para cegos: Joênia Wapichana, indígena, está de perfil olhando de frente para a
câmera que tira foto do seu busto.


Diversidade não é uma das características dos espaços políticos de poder, mas Joênia Wapichana desafiou isso e conseguiu chegar à Câmara Federal como a primeira mulher indígena eleita para a casa. Ela agradeceu seus eleitores com o título dessa matéria “kaimen manawyn” que significa “muito obrigada” na língua da tribo Wapichana.

Representando Roraima, ela entrou pra história da nossa jovem democracia, mas não foi a primeira vez que ela se tornou a pioneira em algo: se formar em Direito pela Universidade Federal de Roraima e também na University of Arizona, são exemplos disso.

Quer conhecer mais de sua história e suas propostas? A Assessoria de Comunicação da Funai a
entrevistou e disponibilizou.


A ESSÊNCIA DO NOSSO SAGRADO


Descrição para cegos: um grupo de mulheres abraçadas.


Divagamos tanto sobre “nos conhecer melhor”, há livros de autoajuda, músicas,
grupos em redes sociais e, até mesmo, anúncios publicitários que trazem essa ideia – uma real
necessidade diante de um mundo falocêntrico.

O Sagrado Feminino é um processo de autoconhecimento de nós enquanto mulheres
e as descobertas que fazemos ao nos tocar e tocar umas as outras. Tão complexo, traumas e
dores do passado ressurgem e começam o início da cicatrização de tantas feridas.

Acompanhe esse processo (e fique na vontade como estou) em uma matéria no Universia UOL.

PROTEGER E REEDUCAR: AS MISSÕES DE GABRIELA

Descrição para cegos: A Promotora Gabriela Mansur, em pé, atrás de sua mesa de trabalho que está cheia de papeis e objetos de escritório.


Sabemos que o sistema judiciário foi feito por homens e para homens, ou seja, ele sobrevive
diante da continuação da lógica machista perpetuada na sociedade, mas, em São Paulo, uma promotora de 44 anos vem se destacando ao quebrar esse status quo e, além de ser protagonista enquanto mulher, ela dá voz às vítimas das violências de gênero e trabalhar na reeducação do agressor.
Como a maioria das mulheres, ela se divide entre trabalho, família e ela mesma, mesmo sabendo
dos privilégios que têm, não abandona a empatia com quem tanto precisa de apoio diante da Lei Maria da Penha. Leia a matéria completa escrita por Maria Carolina Trevisan para a Revista Trip.