Mostrando postagens com marcador violência contra a mulher. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador violência contra a mulher. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 9 de maio de 2019

PROTEGER E REEDUCAR: AS MISSÕES DE GABRIELA

Descrição para cegos: A Promotora Gabriela Mansur, em pé, atrás de sua mesa de trabalho que está cheia de papeis e objetos de escritório.


Sabemos que o sistema judiciário foi feito por homens e para homens, ou seja, ele sobrevive
diante da continuação da lógica machista perpetuada na sociedade, mas, em São Paulo, uma promotora de 44 anos vem se destacando ao quebrar esse status quo e, além de ser protagonista enquanto mulher, ela dá voz às vítimas das violências de gênero e trabalhar na reeducação do agressor.
Como a maioria das mulheres, ela se divide entre trabalho, família e ela mesma, mesmo sabendo
dos privilégios que têm, não abandona a empatia com quem tanto precisa de apoio diante da Lei Maria da Penha. Leia a matéria completa escrita por Maria Carolina Trevisan para a Revista Trip.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Violência contra a mulher é constante no Brasil

Descrição para cegos: infográfico com o mapa-múndi onde estão dispostos os 5 primeiros países com o maior índice de mulheres assassinadas no mundo. São eles: 1º: El Salvador; 2º: Colômbia; 3º: Guatemala; 4º: Rússia; e 5º: Brasil. Os dados são da Organização Mundial da Saúde.

A violência contra a mulher está enraizada no nosso cotidiano e se manifesta de várias formas. Mas, em uma sociedade machista como a do Brasil, muitas pessoas negam essas variações, o que contribui para esconder a existência dessa violência e reforçar relações de poder desiguais entre homens e mulheres que culmina em seu resultado trágico: o feminicídio. Além disso, a indústria cultural difunde estereótipos de gênero, reforçando o machismo e o sexismo. Confira uma reportagem sobre o assunto, produzida por mim, Carmem Ferreira, Danilo Monteiro, Lucas Campos e Mikaella Pedrosa, para o site Viajante Paranoide. (Felipe Lima)

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Violência de gênero atinge mais as mulheres negras

Descrição para cegos: foto de manifestante segurando um cartaz com a frase “a carne mais barata do mercado é a carne negra”. Em segundo plano, há uma multidão.

Quando se trata da mulher negra da periferia, os crimes relacionados às questões de gênero assumem formas diferentes. Elas são as mais atingidas e têm maior dificuldade no acesso à Justiça. Conforme dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, no Brasil, uma mulher foi assassinada a cada duas horas em 2016 e, segundo pesquisas complementares, entre as vítimas predominam as mulheres negras e pobres. Confira uma reportagem sobre o assunto no site Brasil de Fato. (Felipe Lima)

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Andes apresenta campanha contra assédio sexual


Descrição para cegos: imagem de 2 cartazes da campanha. O da esquerda mostra mulher com o braço esquerdo erguido e o punho cerrado, como se estivesse protestando. Nele está escrito “Lugar de mulher é onde ela quiser”.  No da direita, uma mulher como se estivesse batendo tambor, escrito “Simpatia não é consentimento”. Em ambas imagens os corpos são mostrados a partir de um ponto acima do ombro.
Por Mikaella Pedrosa

A presidenta do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior - Andes-SN, Eblin Farage, esteve presente no debate sobre assédio sexual realizado no dia 18 deste mês na UFPB e apresentou a campanha do sindicato contra o assédio.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Conheça o Fórum de Mulheres da UFPB

Descrição para cegos: imagem mostra mesa composta pelas palestrantes descritas no texto. À frente, uma faixa escrita: ‘Fora Temer’ e atrás uma foto escrita: ‘Mulheres UFPB’.
Por Mikaella Pedrosa

Aconteceu terça-feira (18) o debate Assédio Sexual nas universidades: enfrentamentos em tempos de crise, na Universidade Federal da Paraíba. Trata-se de um movimento organizado pelo Fórum de Mulheres em Luta da UFPB, que tem como objetivo discutir e ampliar políticas internas para mulheres e grupos vulneráveis na Universidade Federal da Paraíba. 
A mesa foi composta pelas representantes do Fórum, Margarete Almeida, Juciane de Gregori e Ana Margarida Andrade dos Santos; e pela presidenta nacional do sindicato das universidades públicas, o Andes, Eblin Farage.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Quanto vale a indenização de Bolsonaro a Rosário?


Descrição para cegos: foto mostra Jair Bolsonaro apontando para Maria do Rosário que está sentada à frente do microfone, de olhos fechados, tentando falar à Câmara dos Deputados.

Por Mikaella Pedrosa

       No mês em que a lei 'Maria da Penha' completa 11 anos, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) a pagar indenização de R$ 10 mil à deputada Maria do Rosário (PT-RS) por danos morais. A decisão aconteceu após o tribunal rejeitar recurso do deputado.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Denice Santiago e a proteção a mulheres na Bahia


Descrição para cegos: Foto exibe a major Denice Santiago usando a
farda do exército e falando próxima a um microfone.

Por Laís Suassuna


       Trabalhando no quarto estado brasileiro que mais recebe denúncias de casos de violência contra a mulher, de acordo com a Secretaria de Políticas para as Mulheres do governo federal, a major Denice Santiago, 45 anos, atua como comandante da Ronda Maria da Penha (RMP), principal núcleo de combate a crimes contra a mulher na Bahia.                                                                            Iniciada em 2015, a RMP abrange as cidades de Salvador, capital baiana, Juazeiro, Feira de Santana, Serrinha e Paulo Afonso e atende cerca de 629 mulheres vítimas de violência doméstica.

domingo, 23 de outubro de 2016

#NiUnaMenos: grito das argentinas contra o feminicídio

Descrição para cegos: Fotografia exibe a hashtag #NiUnaMenos  ao lado de um desenho de uma menina, ambas estampadas na bandeira da Argentina.

Por Laís Suassuna


       A cada 30 horas uma mulher é morta na Argentina, segundo a ONG La Casa del Encuentro. No dia 8 de outubro de 2016, a adolescente Lucía Perez, de 16 anos, que foi drogada, estuprada e empalada por um grupo de homens em Mar del Plata, cidade litorânea da Argentina, virou estatística. 
       Os assassinos, três homens de 23, 41 e 61 anos, depois da ação desumana realizada com a jovem, tentaram disfarçar as marcas do crime limpando-a, vestindo roupas limpas e deixando-a no hospital, onde Lucía não resistiu aos graves ferimentos e morreu, ao sofrer uma parada cardíaca, pouco tempo depois.