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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Desaprincesamento

Descrição para cegos: Montagem com as fotos das professoras entrevistadas no estúdio, durante a entrevista. À esquerda: foto da professora Glória Rabay. À direita: foto da professora Zulmira Nóbrega.

Neste sábado, o Espaço Experimental recebeu as professoras Glória Rabay e Zulmira Nóbrega, do Departamento de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Elas foram convidadas para falar sobre desprincesamento, algo como o feminismo na infância, que permite as meninas se livrarem dos clichês impostos pelos padrões da sociedade conservadora e reproduzidos pelos meios de comunicação de massa. A produção foi de Gabriela Güllich, Marina Cabral e Robson Martins. O Espaço Experimental é um programa que vai ao ar todos os sábados, na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Felipe Lima)

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Andes apresenta campanha contra assédio sexual


Descrição para cegos: imagem de 2 cartazes da campanha. O da esquerda mostra mulher com o braço esquerdo erguido e o punho cerrado, como se estivesse protestando. Nele está escrito “Lugar de mulher é onde ela quiser”.  No da direita, uma mulher como se estivesse batendo tambor, escrito “Simpatia não é consentimento”. Em ambas imagens os corpos são mostrados a partir de um ponto acima do ombro.
Por Mikaella Pedrosa

A presidenta do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior - Andes-SN, Eblin Farage, esteve presente no debate sobre assédio sexual realizado no dia 18 deste mês na UFPB e apresentou a campanha do sindicato contra o assédio.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Conheça o Fórum de Mulheres da UFPB

Descrição para cegos: imagem mostra mesa composta pelas palestrantes descritas no texto. À frente, uma faixa escrita: ‘Fora Temer’ e atrás uma foto escrita: ‘Mulheres UFPB’.
Por Mikaella Pedrosa

Aconteceu terça-feira (18) o debate Assédio Sexual nas universidades: enfrentamentos em tempos de crise, na Universidade Federal da Paraíba. Trata-se de um movimento organizado pelo Fórum de Mulheres em Luta da UFPB, que tem como objetivo discutir e ampliar políticas internas para mulheres e grupos vulneráveis na Universidade Federal da Paraíba. 
A mesa foi composta pelas representantes do Fórum, Margarete Almeida, Juciane de Gregori e Ana Margarida Andrade dos Santos; e pela presidenta nacional do sindicato das universidades públicas, o Andes, Eblin Farage.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Evento busca desconstruir imagem da mulher muçulmana oprimida

Descrição para cegos: foto de Wéllida Karla Bezerra sorrindo para a câmera. Ela usa um véu colorido cobrindo todo o cabelo.

O I Encontro de Mulheres Muçulmanas ocorrerá na próxima terça-feira, no auditório do Centro de Educação na UFPB. Coordenado pela professora Wéllida Karla Bezerra, busca desmitificar preconceitos acerca da religião islã, principalmente os que envolvem mulheres. A inciativa é do Programa de Pós-Graduação em Ciência das Religiões da UFPB, do qual Wéllida é doutoranda. Ouça a reportagem que Carolina Jurado realizou para o Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Felipe Lima).

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

UFPB e ONU por elas

Descrição para cegos: cartaz de divulgação da caminhada com informações sobre horário, local e objetivo do evento.

Por Mikaella Pedrosa

        Acontece nesta quinta-feira (28), às 8h, a I Caminhada Eles Por Elas, na Universidade Federal da Paraíba. Trata-se de um movimento global, lançado em 2014 pela ONU Mulheres para promover o debate sobre a equidade de gênero e empoderamento feminino.
       A UFPB vai ser a primeira Universidade da região Norte e Nordeste a fazer essa caminhada. Na oportunidade será assinado pela reitora Margareth Diniz um termo de adesão que firma compromisso de políticas internas voltadas para a igualdade de gêneros, visando diminuir, principalmente, casos de violência contra a mulher.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

CineFeminista debateu “Dandaras”

Descrição para cegos: cena do filme mostra uma das personagens entrevistadas, uma mulher idosa que veste roupas brancas tradicionais das religiões afro-brasileiras, incluindo turbante. Ela tem um olho levemente fechado. À sua direita aparece o título do filme e, sobre uma mesa, santos católicos e outros símbolos religiosos.

Por Felipe Lima

Na última sexta-feira (28), o CineFeminista exibiu o mini documentário Dandaras: A Força da Mulher Quilombola, de Ana Carolina Fernandes. A sessão aconteceu no Auditório do Laboratório de Estudos e Práticas Sociais da UFPB e foi promovida pelo Projeto de Extensão Feminismo, Formação Política e Movimento de Mulheres da Paraíba (GEPSS Feminista – UFPB).

domingo, 4 de junho de 2017

O batuque engajado e feminista do Coco das Manas – I

Descrição para cegos: foto de 17 integrantes do grupo em uma praça, à noite. Elas estão posando para a câmera, algumas de pé e outras sentadas. Diante delas, há alguns instrumentos de percussão no chão. No fundo aparecem luzes, casas e ônibus.

A garota que bate tambor nas manifestações populares já é uma imagem comum. Mas, acredite, ainda enfrentam machismo mesmo nos movimentos sociais. Porém, elas se organizaram e agora ocupam também os palcos com sua batida forte e canções engajadas. É o Coco das Manas, que nasceu na ocupação contra a extinção do Ministério da Cultura e hoje atrai público para ouvi-las clamar contra as injustiças e louvar as venerandas da cultura popular. Para conhecer melhor esse coletivo, ouça a entrevista que fiz com meu grupo com as integrantes Cinthya Luz e Jô Pontes para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB (Vitor Feitosa).


O batuque engajado e feminista do Coco das Manas – II

Descrição para cegos: foto de Jô Pontes e Cinthya Luz no estúdio, durante a entrevista.
A garota que bate tambor nas manifestações populares já é uma imagem comum. Mas, acredite, ainda enfrentam machismo mesmo nos movimentos sociais. Porém, elas se organizaram e agora ocupam também os palcos com sua batida forte e canções engajadas. É o Coco das Manas, que nasceu na ocupação contra a extinção do Ministério da Cultura e hoje atrai público para ouvi-las clamar contra as injustiças e louvar as venerandas da cultura popular. Para conhecer melhor esse coletivo, ouça a entrevista que fiz com meu grupo com as integrantes Cinthya Luz e Jô Pontes para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB (Vitor Feitosa).

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Mulher negra será tema de evento promovido por alunos de Relações Públicas

Descrição para cegos: foto do professor Fellipe Brasileiro olhando para a câmera. Atrás dele há algumas árvores e carros do estacionamento do CCTA.

Na próxima quarta-feira, esses estudantes realizam o evento Mulher Negra em Foco, que acontece no Centro de Comunicação, Turismo e Artes da UFPB. Ele tratará a questão do preconceito e de como a mulher negra é vista na sociedade. O evento está sendo coordenado pelo professor do Departamento de Comunicação Fellipe Brasileiro. Segundo ele, o objetivo é contribuir para desconstruir a representação da mulher negra que vem sendo feita pela mídia. Ouça a matéria que fiz com o professor Fellipe Brasileiro para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Vitor Feitosa)

terça-feira, 2 de maio de 2017

Audiência pública cobrou políticas institucionais de proteção às mulheres na UFPB

Descrição para cegos: foto da professora Tatiane Guimarães de pé, olhando para a câmera. Atrás dela há uma faixa na qual está escrito em letras grandes "Fora Temer".


Na última quarta-feira, mulheres de todos os campi da Universidade Federal da Paraíba se reuniram no auditório da reitoria para uma audiência pública. O objetivo foi entregar um documento cobrando da gestão políticas institucionais de proteção às mulheres. O documento contém denúncias e sugere soluções para os casos de assédio e problemas enfrentados por machismo na universidade. A repórter Bruna Cairo entrevistou a professora Tatiane Guimarães de Oliveira. Ela é representante do grupo de mulheres organizadoras da audiência pública e professora do Centro de Ciências Jurídicas no campus de Santa Rita. A entrevista foi ao ar no Espaço Experimental, programa veiculado todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Cisco Nobre)


segunda-feira, 6 de março de 2017

Mobilizações marcarão o Dia Internacional da Mulher

Descrição para cegos: foto com várias mulheres que trabalham e estudam na UFPB. Elas estão em uma sala fechada, algumas em pé e outras sentadas. Todas estão sorrindo para a foto e a maioria está com o braço levantado em sinal de luta.
Por Vitor Feitosa

Uma grande paralização está marcada para acontecer em vários países na próxima quarta-feira, dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Mulheres ao redor de todo o mundo estão se unindo para que essa data não passe em branco, e que seja possível estimular a reflexão tanto sobre o lugar da mulher na sociedade contemporânea, quanto sobre a luta contra as formas de opressão contra a mulher que ainda existem, como o machismo e todos os tipos de violência. A ideia é também de passar a mensagem de que os movimentos feministas estão mais ativos do que nunca, e que a união é realmente necessária para fazer a força.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Pesquisador propõe feminismo como tema central dos direitos humanos

Descrição para cegos: foto de Cesar Baldi olhando para a câmera. Atrás dele veem-se as rampas de acesso ao CCJ da UFPB e parte da feira cultural do Seminário Internacional de Direitos Humanos (uma banca de livros onde uma mulher conversa com alguém e um suporte para expor roupas à venda).


Segundo Cesar Baldi, a crítica aos privilégios da masculinidade feita pelo feminismo não pode continuar sendo tratada como um adendo aos direitos humanos. Ele também faz restrições à forma como esses temas são abordados na universidade. Para o pesquisador, essa abordagem é de baixa intensidade, vinculada à vertente da cidadania, não trabalhando duas questões fundamentais: a sexual e a racial. Cesar Augusto Baldi tem doutorado em Direitos Humanos e Desenvolvimento pela Universidade Pablo de Olavide, na Espanha. Ouça a entrevista que o repórter Diego Nascimento realizou para o Espaço Experimental, programa que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Vitor Feitosa)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Projeto implanta sistema de informação em órgão de apoio à mulher


Descrição para cegos: foto mostra a professora Gisele Rocha sorrindo.

O benefício foi realizado no Centro de Referência da Mulher Ednalva Bezerra, em João Pessoa, e inseriu um sistema de automação de atendimento, o Atende Mulher. Além de agilizar os registros, facilita o levantamento de dados sobre a violência doméstica com estatísticas mais atualizadas. A responsável pelo projeto Canais da Informação no Enfrentamento à Violência Doméstica é a professora Gisele Rocha. Ela é docente do Departamento de Ciência da Informação da UFPB. Ouça a entrevista que a repórter Gabriela Figueirôa realizou para o Espaço Experimental, programa que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Laís Suassuna)


sábado, 26 de novembro de 2016

Conduta sexual de risco impacta na vida da mulher e no mercado de trabalho


Descrição para cegos: foto da professora Mércia Santos olhando para a câmera.

A constatação resulta de duas pesquisas realizadas pela professora Mércia Santos, do Departamento de Economia da UFPB. Ambas estudaram os perfis socioeconômico, demográfico, cultural, regional e comportamental de adolescentes brasileiras. A partir disso, classificaram quais são as mulheres mais propensas a engravidar durante a adolescência. Foram verificados ainda os impactos da gravidez precoce no salário da mulher. Mais informações com a repórter Mikaella Pedrosa. A entrevista foi realizada para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. Ouça a matéria. (Laís Suassuna)

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Jornalismo paraibano não valoriza mulher como fonte



Descrição para cegos: no lado direito da imagem, a silhueta de três homens sendo entrevistados por um jornalista. No lado esquerdo, a silhueta de uma mulher isolada do grupo. Folhas de jornais passam voando pela mulher. Acima das pessoas, um gráfico representando a minoria de mulheres.






O Grupo de Estudos em Gênero e Mídia da UFPB (GEM), formado por professores e alunos vinculados ao Departamento de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba, desenvolveu um projeto chamado Entreviste uma Mulher na Paraíba. O principal objetivo do estudo é reduzir a desigualdade de participação entre homens e mulheres como fonte para matérias jornalísticas. No site encontram-se análises em números reais da presença feminina nos veículos de comunicação da Paraíba. Saiba mais sobre o projeto clicando aqui. (Vandicleydson Araújo)

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Da violência física à violência psicológica

Descrição para cegos: imagem da bandeira LGBT com machas de sangue ao fundo.

Por Jade Santos

O Grupo Gay da Bahia (GGB), uma das organizações mais importantes do Movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis (LGBT), relata anualmente o número de ocorrências violentas praticadas contra membros desse grupo no Brasil. O professor Roberto Efrem utiliza dados do GGB e analisa essa situação em seu artigo Corpos Brutalizados: conflitos ematerializações nas mortes de LGBT.
Ao julgar esses crimes, a justiça brasileira não os entende como homofóbicos, mas, sim como cruéis e brutais. Para a polícia, o principal motivo dos delitos não é a homofobia, mas sim a vingança. Pois, a forma como as vítimas são encontradas demonstra explicitamente um ato de ódio e crueldade.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Pesquisa mapeia contribuições femininas na imprensa paraibana

Descrição para cegos: foto de perfil de Charliton Machado.
Por Jade Santos

Intitulada A Imprensa como fonte histórica educacional, a pesquisa resgata o discurso feminino nos jornais da Paraíba publicados entre 1920 e 1930. O estudo é feito a partir de contribuições literárias, políticas e educacionais das mulheres. A pesquisa é um projeto de extensão do professor Charliton Machado, do Departamento de Metodologia da Educação da UFPB. Ouça a entrevista que fiz com o professor Charliton Machado para o programa Espaço Experimental.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

II Colóquio de Diversidade de Gênero – com a professora Rosa Godoy

Descrição para cegos: imagem de Rosa Maria Godoy durante colóquio.

O II Colóquio de Diversidade de Gênero da disciplina Jornalismo e Cidadania foi realizado no dia 29 de outubro com a professora Rosa Maria Godoy Silveira. Doutora e pós-doutora pela USP, Rosa atua nos programas de pós-graduação em História, Direitos Humanos e Ciências Jurídicas da UFPB. A organização foi de Elthon Cunha, Jade Santos, Maryellen Bãdãrãu e Sara Gomes.

No primeiro vídeo, a professora Rosa explica a secular divisão de papéis para homens e mulheres na sociedade.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Centro Acadêmico promove Pré-Semana de História na UFPB

Descrição para cegos: foto de perfil de Lila Santos.

O evento teve início no dia 12 de novembro, com a mesa sobre Gênero e Sexualidade. Participaram dessa mesa Terlúcia Silva, integrante do Bamidelê, organização de mulheres negras da Paraíba; Lila Santos, da Coordenadoria de Promoção à Cidadania LGBT e Igualdade Racial, e Tita Carneiro, da Marcha Mundial das Mulheres. No segundo dia do evento, aconteceu o debate sobre Criminalização das periferias. No dia 14 ocorreu o encerramento na Praça da Alegria do Centro de Ciências Humanas Letras e Artes, com a temática Cultura Afro-Brasileira. Ouça a entrevista que fiz com Lila Santos para o programa Canal 2 – Espaço Experimental.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Receita da mulher perfeita


Descrição para cegos: ilustração do que seria o "Guia da boa esposa".

por Jade Santos

INGREDIENTES:
  •          2 copos de obediência;
  •          ½ xícara de inteligência (não se pode ser muito inteligente, pois os homens adoram as burrinhas);
  •          1 colher de sopa de bondade
  •          4 beijos por dia (no máximo, não seja muito pegajosa);
  •          Beleza ao extremo (neste quesito podem exagerar, eles preferem as gostosas);
  •          2 filhos (de preferência um casal);