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quarta-feira, 8 de maio de 2019

BATUCADAS CONTRA O PATRIARCADO

Descrição para cegos: três mulheres tocando, cada uma, seu instrumento de percussão.


Conhecidas por sua atuação na cultura paraibana, o grupo "As Calungas" são pioneiras do
movimento de mulheres percussionistas em João Pessoa. O grupo que iniciou sua história com 12 mulheres
batuqueiras, hoje, além de ter extendida sua quantidade, ampliou-se também sua atuação, já que elas
também promovem oficinas de música e produção dos instrumentos.

Ficou interessada em conhecer e se empoderar da música pra revolucionar com as batucadas?
Confere a matéria feita pelo Portal Brasil de Fato.

domingo, 4 de junho de 2017

O batuque engajado e feminista do Coco das Manas – I

Descrição para cegos: foto de 17 integrantes do grupo em uma praça, à noite. Elas estão posando para a câmera, algumas de pé e outras sentadas. Diante delas, há alguns instrumentos de percussão no chão. No fundo aparecem luzes, casas e ônibus.

A garota que bate tambor nas manifestações populares já é uma imagem comum. Mas, acredite, ainda enfrentam machismo mesmo nos movimentos sociais. Porém, elas se organizaram e agora ocupam também os palcos com sua batida forte e canções engajadas. É o Coco das Manas, que nasceu na ocupação contra a extinção do Ministério da Cultura e hoje atrai público para ouvi-las clamar contra as injustiças e louvar as venerandas da cultura popular. Para conhecer melhor esse coletivo, ouça a entrevista que fiz com meu grupo com as integrantes Cinthya Luz e Jô Pontes para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB (Vitor Feitosa).


O batuque engajado e feminista do Coco das Manas – II

Descrição para cegos: foto de Jô Pontes e Cinthya Luz no estúdio, durante a entrevista.
A garota que bate tambor nas manifestações populares já é uma imagem comum. Mas, acredite, ainda enfrentam machismo mesmo nos movimentos sociais. Porém, elas se organizaram e agora ocupam também os palcos com sua batida forte e canções engajadas. É o Coco das Manas, que nasceu na ocupação contra a extinção do Ministério da Cultura e hoje atrai público para ouvi-las clamar contra as injustiças e louvar as venerandas da cultura popular. Para conhecer melhor esse coletivo, ouça a entrevista que fiz com meu grupo com as integrantes Cinthya Luz e Jô Pontes para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB (Vitor Feitosa).

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

A música brasileira e o direito à sensibilidade masculina

Descrição para cegos: imagem do cantor Gonzaguinha, durante um show.
Por Sara Gomes

Homem não chora”. Certamente você já deve ter ouvido esta expressão alguma vez na vida. Podemos dizer, a priori, que além de uma questão de gênero é uma atribuição cultural, difundida por gerações. Neste texto, refletiremos um pouco sobre como este conceito é largamente propagado na música brasileira.

Por algumas vezes, pude perceber que a reprodução deste discurso em diversos segmentos da música, fortalece na sociedade esta visão destoante entre os gêneros, em vez de combatê-la.O estigma de que o homem não pode chorar é apenas o carro-chefe dentre uma série de paradigmas impostos pelo modelo da sociedade patriarcal – o homem é o provedor da família constituinte, sinônimo de virilidade e etc.