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terça-feira, 4 de setembro de 2018

Sintonia Feminina: Violência sexual

Descrição para cegos: ilustração com a marca do projeto, que consiste de dois perfis de mulheres lado a lado, sendo que uma delas está sem olhos e sobrancelhas. Ao lado, lê-se: "Sintonia Feminina – série Mulher e Violência –Programa 2: Violência sexual”.
Programa 2 da série Mulher e Violência




Série produzida por Ana Carolina Abiahy, Henriqueta Santiago e Renata Câmara
Locutora: Renata Maia
Supervisão da produção: Carmélio Reynaldo Ferreira
Supervisão Pedagógica: Glória Rabay e Maria Eulina Carvalho
Gravado e mixado no Estúdio Pindorama por Tarcísio Almeida

Ficha técnica da dramatização Violência sexual
Autor: Carmélio Reynaldo
REPÓRTER: Sílvia Torres

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

A cegueira dos estereótipos: a mulher muçulmana

Descrição para cegos: foto de uma jovem sorrindo. Ela está usando um véu tipicamente muçulmano.
Por Felipe Lima

“As mulheres muçulmanas não têm voz, são todas oprimidas e submissas e isso é culpa do Islã”. A afirmação não surpreende ninguém. Não é difícil encontrar uma diversidade de comentários que, como esse, refletem uma visão equivocada dessa religião, bem como outros que difundem um discurso de ódio. É provável que as pessoas que têm esse pensamento não conhecem, por exemplo, Huda Sha’rawi, líder feminista que fundou a União das Feministas Egípcias há quase um século, ou a ex-premiê paquistanesa Benazir Bhutto.

domingo, 12 de novembro de 2017

Representatividade de gênero em card game

Descrição para cegos: foto de pessoas jogando card sobre uma mesa onde as cartas estão espalhadas.

Por Lucas Campos

O segmento dos card games (ou jogos de cartas) não difere muito do resto do universo nerd. Existe nele diversos tipos de preconceito, como machismo, LGBTfobia, racismo e por aí vai. Se tocarmos na tangente da representação, então, sabemos que encontraremos poucos personagens que agradem às pessoas dos movimentos feminista, LGBTQ+ e negro. Além disso, ainda há muitos estereótipos ao retratar pessoas desses grupos.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

#As Minas nos Games: Naiade

Descrição para cegos: foto de Naiade Caparelli olhando par a câmera.

Por Lucas Campos

Nascida em Goiás, Naiade Caparelli mora em João Pessoa há quatro anos. Antes disso, ela já havia mergulhado no mundo dos jogos virtuais – submergindo naquilo em que há de melhor e também de pior neles. A estudante de Comunicação em Mídias Digitais começou a jogar online quando tinha entre 13 e 14 anos. Hoje, com 23 anos, ela dedica uma parte de seu tempo livre ao League of Legends, mas esse é apenas mais um dos muitos jogos em que ela se aventurou.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

#As Minas nos Games: Laís

Descrição para cegos: foto de Laís Figueiredo olhando para a câmera.

Por Lucas Campos

Ela nem mesmo lembra a idade com a qual começou a jogar. Estima, entretanto, que começou em 2008, há quase 10 anos. Naquela época, a menina tinha um computador “cabeção”, que fora comprado por seus pais, uma máquina não muito boa mesmo para os padrões daquele tempo. Lembra-se que costumava jogar games mais bobos e ingênuos, como Neopets ou Habbo Hotel, coisas que ela entende como não-jogos.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

UFPB e ONU por elas

Descrição para cegos: cartaz de divulgação da caminhada com informações sobre horário, local e objetivo do evento.

Por Mikaella Pedrosa

        Acontece nesta quinta-feira (28), às 8h, a I Caminhada Eles Por Elas, na Universidade Federal da Paraíba. Trata-se de um movimento global, lançado em 2014 pela ONU Mulheres para promover o debate sobre a equidade de gênero e empoderamento feminino.
       A UFPB vai ser a primeira Universidade da região Norte e Nordeste a fazer essa caminhada. Na oportunidade será assinado pela reitora Margareth Diniz um termo de adesão que firma compromisso de políticas internas voltadas para a igualdade de gêneros, visando diminuir, principalmente, casos de violência contra a mulher.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

#As Minas nos Games: Marina

Descrição para cegos: foto de Marina Sousa olhando para a câmera.

Por Lucas Campos

De acordo com a consultoria Game Brasil, que coleta dados e analisa o perfil de comportamento, consumo e tendência dos gamers (pessoas que curtem jogos), 53.6% dos jogadores brasileiros são do sexo feminino. Ainda que sejam maioria nesses espaços virtuais, isso não impede que as garotas sofram violências, como machismo, sexismo e assédio.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Laerte-se: visitando a subjetividade trans

Descrição para cegos: foto de Laerte Coutinho sorrindo enquanto passeia pela Avenida Paulista durante Parada LGBT. Ao fundo, outras pessoas que estão participando movimento.
Por Lucas Campos
  
Em 2010, Laerte Coutinho assumiu sua transexualidade para a Revista Bravo. Desde então, a figura por trás das tirinhas que, por anos, permearam - e ainda permeiam - as páginas de jornais e revistas de todo o país, tornou-se o alvo dos holofotes. Pensando em conhecê-la melhor, Eliane Brum e Lygia Barbosa da Silva dirigiram o primeiro documentário brasileiro disponibilizado na plataforma de streaming Netflix.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Editora da Marvel posta foto e sofre machismo

Descrição para cegos: foto onde a editora Heather Antos está cercada por seis colegas de trabalho em uma lanchonete. Algumas delas seguram milk-shakes. 
Responsável por trabalhos como The Unbelievable Gwenpool e Star Wars, a Editora da Marvel Comics Heather Antos postou, em seu Twitter, uma foto na qual tomava milk-shake com um grupo de colegas. Em resposta, ela recebeu uma série de comentários machistas e sexistas, em que homens atribuíam à equipe feminina da Marvel a queda das vendas que a empresa sofreu recentemente. A colaboradora Rebeca Puig, do portal Collant Sem Decote, noticiou o fato e colocou em pauta a realidade de ser mulher e trabalhar em ambientes geeks e nerds. Confira na íntegra clicando aqui. (Lucas Campos)

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

UK proíbe propaganda com estereótipos de gênero

Descrição para cegos: anúncio com foto de uma mulher de biquíni traz a frase "Are you beach body ready?" e imagem de um produto de emagrecimento.
No Reino Unido (UK), a Advertising Standards Authority’s (ASA) proibiu comerciais que reforcem qualquer tipo de estereótipo de gênero. Em relatório, a agência apontou que essa atribuição de modo de ser, vestir ou agir, além de designar atividades específicas a um determinado gênero, é tida como nociva para crianças e adultos. Leia aqui a matéria que a jornalista Patrícia Tubella escreveu para o portal ElPaís e entenda melhor o que ficou proibido com a determinação da ASA. (Lucas Campos)

sábado, 26 de agosto de 2017

Corpo Elétrico é gênero, sexualidade e trabalho


Descrição para cegos: foto de três pessoas em duas motos, à noite. Na da direita, uma dragqueen gritando, com roupas e capacetes brilhantes.


Em seu primeiro longa-metragem como diretor, Marcelo Caetano questiona corpos, identidades de gênero e relações trabalhistas. Corpo Elétrico teve sessão esgotada na pré-estreia e ficou em cartaz uma semana no Cine Espaço (João Pessoa). Trata-se da história de Elias (Kelner Macêdo), jovem que sai da Paraíba para buscar uma vida de liberdade em São Paulo. Ao mesmo tempo em que vivencia as noites paulistanas, tem seu corpo "emoldurado" em uma fábrica de costura em que trabalha. O site Janela 7  disponibiliza um debate com a equipe mediado pelo jornalista Sandro Alves. Confira na íntegra clicando aqui. (Mikaella Pedrosa)