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domingo, 12 de novembro de 2017

Representatividade de gênero em card game

Descrição para cegos: foto de pessoas jogando card sobre uma mesa onde as cartas estão espalhadas.

Por Lucas Campos

O segmento dos card games (ou jogos de cartas) não difere muito do resto do universo nerd. Existe nele diversos tipos de preconceito, como machismo, LGBTfobia, racismo e por aí vai. Se tocarmos na tangente da representação, então, sabemos que encontraremos poucos personagens que agradem às pessoas dos movimentos feminista, LGBTQ+ e negro. Além disso, ainda há muitos estereótipos ao retratar pessoas desses grupos.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Feminismo e interseccionalidade


Descrição para cegos: Imagem exibe um desenho de metade
 de um rosto de uma mulher de olhos fechados
 e com cabelo black power.
Por Vítor Nery

      Como causa social, o Feminismo se destrincha em várias vertentes, dentre elas as interseccionais. Kimberlé Crenshaw, estudiosa do assunto, definiu este conceito como “a visão de que as mulheres experimentam a opressão em configurações variadas e em diferentes graus de intensidade”.

Uma mulher branca, heterossexual e de classe média, por exemplo, sofre muito menos que uma negra e pobre, que, não bastasse o machismo, ainda lida com o preconceito de raça e classe social. A vertente interseccional que concilia a luta da mulher com a causa negra é o feminismo negro.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

“Nós existimos”

Descrição para cegos: foto de Andrew Garfiel no clipe de "We Exist" do Arcade Fire.


Por: Jade Santos

Gravada pela banda Arcade Fire, a música We Exist, lançada em 2013, retrata a forma conturbada como um jovem é tratado em seu meio social e em sua família. A banda convidou o ator Andrew Garfield, protagonista de O Espetacular Homem-Aranha para estrelar o vídeo clipe da música, onde ele vive um jovem que enfrenta preconceitos e rejeição por se vestir como mulher e sair pelas ruas dessa forma.
O jovem é vítima de rumores que pessoas como ele não deveriam existir. Esse comportamento é reprovado até por seu pai, que reza para que a maneira de agir do filho seja apenas uma fase.
O jovem protagonista do clipe é apenas o retrato do que realmente ocorre quase todos os dias com garotos transgêneros e homossexuais, que são marginalizados da sociedade como se realmente não existissem. Além disso, sofrem todo tipo de rejeição e preconceito. Assista ao vídeo clipe e dê sua opinião.