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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Violência contra a mulher é constante no Brasil

Descrição para cegos: infográfico com o mapa-múndi onde estão dispostos os 5 primeiros países com o maior índice de mulheres assassinadas no mundo. São eles: 1º: El Salvador; 2º: Colômbia; 3º: Guatemala; 4º: Rússia; e 5º: Brasil. Os dados são da Organização Mundial da Saúde.

A violência contra a mulher está enraizada no nosso cotidiano e se manifesta de várias formas. Mas, em uma sociedade machista como a do Brasil, muitas pessoas negam essas variações, o que contribui para esconder a existência dessa violência e reforçar relações de poder desiguais entre homens e mulheres que culmina em seu resultado trágico: o feminicídio. Além disso, a indústria cultural difunde estereótipos de gênero, reforçando o machismo e o sexismo. Confira uma reportagem sobre o assunto, produzida por mim, Carmem Ferreira, Danilo Monteiro, Lucas Campos e Mikaella Pedrosa, para o site Viajante Paranoide. (Felipe Lima)

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Desaprincesamento

Descrição para cegos: Montagem com as fotos das professoras entrevistadas no estúdio, durante a entrevista. À esquerda: foto da professora Glória Rabay. À direita: foto da professora Zulmira Nóbrega.

Neste sábado, o Espaço Experimental recebeu as professoras Glória Rabay e Zulmira Nóbrega, do Departamento de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Elas foram convidadas para falar sobre desprincesamento, algo como o feminismo na infância, que permite as meninas se livrarem dos clichês impostos pelos padrões da sociedade conservadora e reproduzidos pelos meios de comunicação de massa. A produção foi de Gabriela Güllich, Marina Cabral e Robson Martins. O Espaço Experimental é um programa que vai ao ar todos os sábados, na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Felipe Lima)

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

A cegueira dos estereótipos: a mulher muçulmana

Descrição para cegos: foto de uma jovem sorrindo. Ela está usando um véu tipicamente muçulmano.
Por Felipe Lima

“As mulheres muçulmanas não têm voz, são todas oprimidas e submissas e isso é culpa do Islã”. A afirmação não surpreende ninguém. Não é difícil encontrar uma diversidade de comentários que, como esse, refletem uma visão equivocada dessa religião, bem como outros que difundem um discurso de ódio. É provável que as pessoas que têm esse pensamento não conhecem, por exemplo, Huda Sha’rawi, líder feminista que fundou a União das Feministas Egípcias há quase um século, ou a ex-premiê paquistanesa Benazir Bhutto.