Mostrando postagens com marcador estereótipos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador estereótipos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Desaprincesamento

Descrição para cegos: Montagem com as fotos das professoras entrevistadas no estúdio, durante a entrevista. À esquerda: foto da professora Glória Rabay. À direita: foto da professora Zulmira Nóbrega.

Neste sábado, o Espaço Experimental recebeu as professoras Glória Rabay e Zulmira Nóbrega, do Departamento de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Elas foram convidadas para falar sobre desprincesamento, algo como o feminismo na infância, que permite as meninas se livrarem dos clichês impostos pelos padrões da sociedade conservadora e reproduzidos pelos meios de comunicação de massa. A produção foi de Gabriela Güllich, Marina Cabral e Robson Martins. O Espaço Experimental é um programa que vai ao ar todos os sábados, na Rádio Tabajara AM (1.110 KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Felipe Lima)

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

A cegueira dos estereótipos: a mulher muçulmana

Descrição para cegos: foto de uma jovem sorrindo. Ela está usando um véu tipicamente muçulmano.
Por Felipe Lima

“As mulheres muçulmanas não têm voz, são todas oprimidas e submissas e isso é culpa do Islã”. A afirmação não surpreende ninguém. Não é difícil encontrar uma diversidade de comentários que, como esse, refletem uma visão equivocada dessa religião, bem como outros que difundem um discurso de ódio. É provável que as pessoas que têm esse pensamento não conhecem, por exemplo, Huda Sha’rawi, líder feminista que fundou a União das Feministas Egípcias há quase um século, ou a ex-premiê paquistanesa Benazir Bhutto.

domingo, 5 de junho de 2016

Manual orienta abordagens jornalísticas sobre gênero


Descrição para cegos: imagem mostra banner virtual com a logomarca da ONG Think Olga que se constitui do nome Olga rodeado por riscos acompanhado do escrito "Minimanual do jornalismo humanizado".

Em 30 de maio, a ONG Think Olga disponibilizou um minimanual online, destinado a jornalistas e veículos de comunicação, compilando uma série de regras para evitar erros clássicos na abordagem de pautas relativas às mulheres. Os exemplos práticos trazidos na publicação estão dispostos em quatro seções: Violência contra a mulher, Racismo, Transfobia e Estereótipos Nocivos. Confira o manual aqui. (Vítor Nery)

quarta-feira, 9 de março de 2016

Um dia a menos ou um dia a mais?


Descrição para cegos: imagem exibe mulher sentada no chão usando um vestido,
 com o cabelo bagunçado, as pernas e rosto com maquiagem que simula hematomas.

Por Dani Fechine


Chegou ao fim. O 8 de março acabou e, mais uma vez, fomos esquecidas também. O Dia Internacional da Mulher se despediu da memória, da luta e da coragem. A partir de hoje irão se lembrar de nós como donas de casa, como mulheres delicadas, indefesas e incapazes.
O dia da mulher chegou ao fim e nossas redes sociais estiveram recheadas de mensagens com rosas e palavras bonitas que enaltecem a nossa falsa pequenez. Vinte e quatro horas de uma lembrança que, sinceramente, a gente não conhece. Marcada por luta, morte e sofrimento, o dia 8 de março não é comemoração.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

A representação de gênero na MPB

Descrição para cegos: ilustração da figura de um
ipod e os fones de ouvido feitos a lápis.
Por Maryellen Bãdãrãu

Durante a construção milenar dos ideais femininos como afirmação dos direitos das mulheres, houve lutas e revoluções que incentivaram o desenvolvimento de trabalhos artísticos, musicais e culturais. Porém, na linha do tempo da música popular brasileira, há composições que reforçam os estereótipos e a desigualdade de gênero.

Como um modo de reafirmar não só as diferenças biológicas, mas também as sociais, a mulher é representada como traidora, que abandona o lar, que é fútil, oportunista e fonte de prazer. Grande parte desse repertório é disseminada com a ajuda das grandes mídias e tem muita aceitação da sociedade, estimulando o mercado fonográfico a continuar com a exploração.
Esse tipo de abuso incita na população atitudes discriminatórias e estereotipadas, uma vez que a indústria cultural é ligada a setores hegemônicos, que enquadram padrões e os vende como uma verdade absoluta, reproduzindo discursos conservadores no qual o corpo social já é familiarizado.