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quinta-feira, 9 de maio de 2019

OI, MENINAS, NO POST DE HOJE...

Descrição para cegos: uma mulher utilizando um computador enquanto segura um bebê apoiado na mesa.


Aqueles momentos de tédio que passamos o feed do facebook distribuindo likes, amei
e grr (esse último são para as besteiras que o presidente diz), de repente me deparei com um
vídeo da Blogueirinha e sua filhinha, Xay, com a seguinte legenda:

“Não julgo essa maternidade real! Dias de fúria de toda mãe!”

Estava em um grupo de mães e, pelos comentários, elas não sabiam quem as
personagens do post são. Logo, começaram as críticas e comparações com outras influencers
bem famosas e seus posts sobre a maternidade, principalmente com a clássica de que ser mãe
é uma benção e reclamar é um pecado.

Mães perfeitas, filhos perfeitos, fraldas e lookinhos do dia patrocinados, a vida que
todos os comentários do post desejavam.

200 e tantos comentários depois, vi um outro post no mesmo grupo:

“Meninas, não me julguem, mas hoje só queria conseguir rir de qualquer coisa. Meus filhos e
meu marido estão me deixando louca.”

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Jornalismo paraibano não valoriza mulher como fonte



Descrição para cegos: no lado direito da imagem, a silhueta de três homens sendo entrevistados por um jornalista. No lado esquerdo, a silhueta de uma mulher isolada do grupo. Folhas de jornais passam voando pela mulher. Acima das pessoas, um gráfico representando a minoria de mulheres.






O Grupo de Estudos em Gênero e Mídia da UFPB (GEM), formado por professores e alunos vinculados ao Departamento de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba, desenvolveu um projeto chamado Entreviste uma Mulher na Paraíba. O principal objetivo do estudo é reduzir a desigualdade de participação entre homens e mulheres como fonte para matérias jornalísticas. No site encontram-se análises em números reais da presença feminina nos veículos de comunicação da Paraíba. Saiba mais sobre o projeto clicando aqui. (Vandicleydson Araújo)

domingo, 5 de junho de 2016

Manual orienta abordagens jornalísticas sobre gênero


Descrição para cegos: imagem mostra banner virtual com a logomarca da ONG Think Olga que se constitui do nome Olga rodeado por riscos acompanhado do escrito "Minimanual do jornalismo humanizado".

Em 30 de maio, a ONG Think Olga disponibilizou um minimanual online, destinado a jornalistas e veículos de comunicação, compilando uma série de regras para evitar erros clássicos na abordagem de pautas relativas às mulheres. Os exemplos práticos trazidos na publicação estão dispostos em quatro seções: Violência contra a mulher, Racismo, Transfobia e Estereótipos Nocivos. Confira o manual aqui. (Vítor Nery)

sábado, 14 de março de 2015

Movimento feminista na atualidade

Descrição para cegos: imagem mostra mulheres de mãos dadas andando por uma ampla avenida com outras pessoas atrás delas segurando cartazes que defendem a greve contra a censura.
Alunos do curso de Jornalismo da UFPR produziram um documentário com o objetivo de propor uma discussão pluralizada sobre a luta do movimento feminista. O trabalho apresenta a trajetória histórica deste movimento no mundo, afunilando para o Brasil. A produção traz opiniões de entrevistados sobre o movimento, analisa a forma que as mulheres lutaram por seus direitos no contexto do século XIX, além de mostrar alguns conservadores que discordam da militância.(Sara Gomes)

Para assistir ao curto documentário, clique aqui
.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Pesquisa mapeia contribuições femininas na imprensa paraibana

Descrição para cegos: foto de perfil de Charliton Machado.
Por Jade Santos

Intitulada A Imprensa como fonte histórica educacional, a pesquisa resgata o discurso feminino nos jornais da Paraíba publicados entre 1920 e 1930. O estudo é feito a partir de contribuições literárias, políticas e educacionais das mulheres. A pesquisa é um projeto de extensão do professor Charliton Machado, do Departamento de Metodologia da Educação da UFPB. Ouça a entrevista que fiz com o professor Charliton Machado para o programa Espaço Experimental.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

II Colóquio de Diversidade de Gênero – com a professora Rosa Godoy

Descrição para cegos: imagem de Rosa Maria Godoy durante colóquio.

O II Colóquio de Diversidade de Gênero da disciplina Jornalismo e Cidadania foi realizado no dia 29 de outubro com a professora Rosa Maria Godoy Silveira. Doutora e pós-doutora pela USP, Rosa atua nos programas de pós-graduação em História, Direitos Humanos e Ciências Jurídicas da UFPB. A organização foi de Elthon Cunha, Jade Santos, Maryellen Bãdãrãu e Sara Gomes.

No primeiro vídeo, a professora Rosa explica a secular divisão de papéis para homens e mulheres na sociedade.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Centro Acadêmico promove Pré-Semana de História na UFPB

Descrição para cegos: foto de perfil de Lila Santos.

O evento teve início no dia 12 de novembro, com a mesa sobre Gênero e Sexualidade. Participaram dessa mesa Terlúcia Silva, integrante do Bamidelê, organização de mulheres negras da Paraíba; Lila Santos, da Coordenadoria de Promoção à Cidadania LGBT e Igualdade Racial, e Tita Carneiro, da Marcha Mundial das Mulheres. No segundo dia do evento, aconteceu o debate sobre Criminalização das periferias. No dia 14 ocorreu o encerramento na Praça da Alegria do Centro de Ciências Humanas Letras e Artes, com a temática Cultura Afro-Brasileira. Ouça a entrevista que fiz com Lila Santos para o programa Canal 2 – Espaço Experimental.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Instantes fotográficos retratam transgêneros

Descrição para cegos: foto de perfil de Helena, uma transgênero, com fundo preto e branco.

         Para pluralizar a dinâmica das atuais postagens do blog Diversidade de Gênero, pensei em divulgar um tema pouco pautado pela mídia - transgêneros - e abordá-los de maneira peculiar. Logo, nada melhor para transparecer a realidade de um grupo identitário do que eternizar suas percepções através de um instante. Então, visando esta ideia, encontrei dois ensaios fotográficos sobre a transexualidade de alguns países do continente asiático.
 O primeiro ensaio é da fotógrafa Shahria Sharmin, realizado na comunidade Hijra – Bangladesh, Índia e Paquistão, localizados ao sul da Ásia, onde a discriminação é mais severa, pois tratam o “terceiro sexo” como aberrações. Para ver, Clique Aqui.
Já o segundo ensaio, produzido pelo fotógrafo Marcus Koppen, ocorreu na Tailândia, país que trata os transgêneros de forma mais respeitosa, além de ser referência na cirurgia de mudança de sexo. Para ver, Clique Aqui (Sara Gomes)

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Receita da mulher perfeita


Descrição para cegos: ilustração do que seria o "Guia da boa esposa".

por Jade Santos

INGREDIENTES:
  •          2 copos de obediência;
  •          ½ xícara de inteligência (não se pode ser muito inteligente, pois os homens adoram as burrinhas);
  •          1 colher de sopa de bondade
  •          4 beijos por dia (no máximo, não seja muito pegajosa);
  •          Beleza ao extremo (neste quesito podem exagerar, eles preferem as gostosas);
  •          2 filhos (de preferência um casal);

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Traços femininos ou feministas?


Descrição para cegos: menina segura cartaz escrito "Quando crescer quero ser o que eu quiser".

Carolina é uma menina bonita, sem muita frescura, até vaidosa. Ela tem onze anos, mas com postura de adulta. A maturidade de Carolina não se dá no comportamento de uma precoce adolescente, e sim na firmeza que expõe seus posicionamentos. Ela sabe quem é, em qual contexto está inserida e o que não quer ser.
Comparada a muita criança de sua escola, percebe-se que Carolina tem uma família aparentemente estruturada, sem grandes danos, apenas com os mesmos valores estereotipados. Por que afirmo isso? Porque Carolina não se espelha em seus pais.