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sábado, 14 de março de 2015

Movimento feminista na atualidade

Descrição para cegos: imagem mostra mulheres de mãos dadas andando por uma ampla avenida com outras pessoas atrás delas segurando cartazes que defendem a greve contra a censura.
Alunos do curso de Jornalismo da UFPR produziram um documentário com o objetivo de propor uma discussão pluralizada sobre a luta do movimento feminista. O trabalho apresenta a trajetória histórica deste movimento no mundo, afunilando para o Brasil. A produção traz opiniões de entrevistados sobre o movimento, analisa a forma que as mulheres lutaram por seus direitos no contexto do século XIX, além de mostrar alguns conservadores que discordam da militância.(Sara Gomes)

Para assistir ao curto documentário, clique aqui
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domingo, 8 de março de 2015

Cinco filmes que ajudam a entender o universo feminino


Descrição para cegos: montagem escrito "A mulher no cinema" e fotos de atrizes hollywoodianas clássicas como Marilyn Monroe, Joan Crawford e Rita Hayworth.
Por Sara Gomes
Recentemente, com a celebração do 87º Academy Awards – aqui chamamos apenas de “O Oscar” -, me vi pensando sobre o cinema, suas diversas categorias, além dos detalhes de cada produção cinematográfica. Talvez seja algo comum nesta época do ano. Foi pensando nisto que decidi indicar, aqui no blog Questão de Gênero, cinco filmes de minha predileção que ajudam a compreender melhor o universo feminino. Os filmes abaixo são uma demonstração de como a sétima arte representa os diversos contextos sociais nos quais a mulher está inserida. Vale a pena conferir:

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Chega de Cantadas


Descrição para cegos: ilustração do Think Olga sobre feminismo.
Por Sara Gomes

Voltar do trabalho em horário de pico e ainda receber uma “encoxada” no ônibus; se privar de usar um short curto, por medo de sofrer alguma violência - da cantada banal movida pela necessidade de intimidação a consequências severas, como o abuso sexual. Não obstante, a sociedade brasileira e não apenas o imaginário masculino, banalizou que a culpa do assédio sexual sofrido seria da própria mulher.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

II Colóquio de Diversidade de Gênero – com a professora Rosa Godoy

Descrição para cegos: imagem de Rosa Maria Godoy durante colóquio.

O II Colóquio de Diversidade de Gênero da disciplina Jornalismo e Cidadania foi realizado no dia 29 de outubro com a professora Rosa Maria Godoy Silveira. Doutora e pós-doutora pela USP, Rosa atua nos programas de pós-graduação em História, Direitos Humanos e Ciências Jurídicas da UFPB. A organização foi de Elthon Cunha, Jade Santos, Maryellen Bãdãrãu e Sara Gomes.

No primeiro vídeo, a professora Rosa explica a secular divisão de papéis para homens e mulheres na sociedade.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Instantes fotográficos retratam transgêneros

Descrição para cegos: foto de perfil de Helena, uma transgênero, com fundo preto e branco.

         Para pluralizar a dinâmica das atuais postagens do blog Diversidade de Gênero, pensei em divulgar um tema pouco pautado pela mídia - transgêneros - e abordá-los de maneira peculiar. Logo, nada melhor para transparecer a realidade de um grupo identitário do que eternizar suas percepções através de um instante. Então, visando esta ideia, encontrei dois ensaios fotográficos sobre a transexualidade de alguns países do continente asiático.
 O primeiro ensaio é da fotógrafa Shahria Sharmin, realizado na comunidade Hijra – Bangladesh, Índia e Paquistão, localizados ao sul da Ásia, onde a discriminação é mais severa, pois tratam o “terceiro sexo” como aberrações. Para ver, Clique Aqui.
Já o segundo ensaio, produzido pelo fotógrafo Marcus Koppen, ocorreu na Tailândia, país que trata os transgêneros de forma mais respeitosa, além de ser referência na cirurgia de mudança de sexo. Para ver, Clique Aqui (Sara Gomes)

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Traços femininos ou feministas?


Descrição para cegos: menina segura cartaz escrito "Quando crescer quero ser o que eu quiser".

Carolina é uma menina bonita, sem muita frescura, até vaidosa. Ela tem onze anos, mas com postura de adulta. A maturidade de Carolina não se dá no comportamento de uma precoce adolescente, e sim na firmeza que expõe seus posicionamentos. Ela sabe quem é, em qual contexto está inserida e o que não quer ser.
Comparada a muita criança de sua escola, percebe-se que Carolina tem uma família aparentemente estruturada, sem grandes danos, apenas com os mesmos valores estereotipados. Por que afirmo isso? Porque Carolina não se espelha em seus pais.

domingo, 19 de outubro de 2014

A Verdadeira Negra


Descrição para cegos: mulher segura um cartaz dizendo "Globo, eu não sou tuas negas".

A teledramaturgia brasileira, principalmente a da maior emissora do Brasil – A Globo – não recicla sua postura quanto à representação da mulher negra, tratando-a de forma pejorativa. Apesar dos anos, a caracterização estereotipada predomina. A televisão associa a beleza negra ao desejo sexual. As personagens raramente ocupam um papel que represente ascensão profissional, cabendo-lhes a imagem dos menos favorecidos. O título do seriado a que se refere este artigo evidencia o padrão midiático que prevalece na teledramaturgia. As mulheres que assumem sua negritude e estão cansadas de serem rotuladas, lançaram uma campanha nas redes sociais contra o programa: # “sexo e as nêgas, não me representa”.(Sara Gomes)
A seguir, um vídeo de indignação da Dra. Ludmila Cruz sobre a série


segunda-feira, 13 de outubro de 2014

As diversas faces de Frida Kahlo

Descrição para cegos: ilustração de Frida Kahlo.
Frida Kahlo (1907-1954) – pintora mexicana, ícone do feminismo e comunista. Uma mulher moderna, assumidamente bissexual, com mentalidade à frente de seu tempo que rompeu com os padrões estéticos da época. André Breton – poeta francês – a intitulava como “surrealista autocriada”. Entretanto, Frida não se permitia encaixar em qualquer conceito além da realidade que viveu, e dizia: “Pensaram que eu era surrealista, mas nunca fui. Nunca pintei sonhos, só pintei minha própria realidade”.
 Um grave acidente de ônibus – aos 18 anos - foi divisor de águas na vida de Frida, provocou uma tripla fratura em sua coluna vertebral. Essa fatalidade despertou seu lado artístico, que utilizou da pintura para vencer a ociosidade de sua lenta recuperação.