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terça-feira, 24 de maio de 2016

O empoderamento também é pauta entre as índias


Descrição para cegos: foto mostra jovem mulher de cabelo solto e pinturas corporais vestindo trajes e adornos indígenas.

Um documentário dirigido por Glicéria Tupinambá e Cristiane Pankararu traz diversos depoimentos de mulheres indígenas sobre as dificuldades que elas têm de participar ativamente na luta pela igualdade de gênero e na conquista por um espaço na política. Intitulado Voz das Mulheres Indígenas, o documentário tem a participação de índias da Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Alagoas, que relatam a discriminação, o machismo e o preconceito que enfrentam diariamente dentro e fora da comunidade. Além disso, retrata o orgulho que sentem de ser uma mulher empoderada. O documentário é um simples olhar sobre essas mulheres que tantas vezes foram marginalizadas pela sociedade. Confira aqui. (Gabriela Figueirôa)

terça-feira, 15 de março de 2016

Uma língua pode ser machista?


Descrição para cegos: imagem traz várias letras "A", "B" e "C" coloridas
embaralhadas, escritas em papéis brancos.

A revista independente Geni, através de um artigo, fez uma análise de diferentes códigos linguísticos e analogias com o português brasileiro para avaliar a possibilidade deste ramo da língua ser ou não machista. A autora do texto também reflete sobre nossa preocupação com a inclusão de gêneros na língua, alertando que devemos nos preocupar principalmente com sua aplicação, além de sua estrutura. Leia o artigo aqui (Vítor Nery).

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Igreja que interpreta Bíblia à luz dos direitos humanos realiza casamento comunitário gay na Paraíba

Descrição para cegos: Vários casais homoafetivos em abraço coletivo
dentro da igreja da comunidade metropolitana. Ao fundo cartazes com
a sigla ICM que consiste no nome da igreja.

Por Tereza Figueiredo

O mês de maio, conhecido como “mês das noivas”, é marcado pelo grande número de celebração de matrimônios. Em João Pessoa, maio será palco de um casamento comunitário não usual: as pessoas que se casarão são do mesmo sexo.
O matrimônio coletivo, previsto para o dia 29, será realizado na Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM), pelo pastor Clísten Corgellys e pelo reverendo Igor Simões, e contará com a presença de um tabelião, para que as uniões, além dos efeitos religiosos, também gerem efeitos legais.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Traços femininos ou feministas?


Descrição para cegos: menina segura cartaz escrito "Quando crescer quero ser o que eu quiser".

Carolina é uma menina bonita, sem muita frescura, até vaidosa. Ela tem onze anos, mas com postura de adulta. A maturidade de Carolina não se dá no comportamento de uma precoce adolescente, e sim na firmeza que expõe seus posicionamentos. Ela sabe quem é, em qual contexto está inserida e o que não quer ser.
Comparada a muita criança de sua escola, percebe-se que Carolina tem uma família aparentemente estruturada, sem grandes danos, apenas com os mesmos valores estereotipados. Por que afirmo isso? Porque Carolina não se espelha em seus pais.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

O Feminismo como um estilo de vida

Descrição para cegos: imagem preto em branco de uma menina deitada, sorrindo.

Há inúmeras pessoas envolvidas numa luta por uma igualdade de gênero, em que a mulher seja em tudo equivalente ao homem, não apenas considerada formação da natureza em sua forma delicada de ser. Neste artigo, Mikaella Pedrosa, aluna do curso de Jornalismo da UFPB, defende a ideia de um feminismo mais tradicional, se comparado aos movimentos ferrenhos dos dias atuais, baseando-se no discurso da palestra feminista de Chimamanda Ngozi e da música Flawless de Beyoncé, que retrata a realidade que as mulheres enfrentam, assim como também argumenta que muito além de um movimento, o Feminismo deve ser encarado como uma ideologia. (Maryellen Bãdãrãu)

domingo, 18 de maio de 2014

Colóquio: Gênero e Sexualidade - Parte III

E hoje, postaremos mais dois vídeos do Colóquio: Gênero e Sexualidade, que contou com a presença da Professora Glória Rabay.

O quinto vídeo da sequência é, Feminismo – Igualdade de Gênero, que discorre sobre as lutas e conquistas feministas pela igualdade de Gênero. Este vídeo encerra a fase de perguntas da equipe do blog.

O sexto vídeo é composto pelas perguntas dos estudantes de Jornalismo da UFPB, no qual é abordado alguns temas acerca da temática Gênero, como, a reação das mulheres frente as violências sofridas e seus agressores, a importância dos estudos de Gênero para os acadêmicos e a cultura machista que influência o homem a não ter muito cuidado consigo mesmo e os benefícios que a igualdade de Gênero traz para ambos os sexos.






Até os próximos vídeos.
Taisa Vieira