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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Pesquisador propõe feminismo como tema central dos direitos humanos

Descrição para cegos: foto de Cesar Baldi olhando para a câmera. Atrás dele veem-se as rampas de acesso ao CCJ da UFPB e parte da feira cultural do Seminário Internacional de Direitos Humanos (uma banca de livros onde uma mulher conversa com alguém e um suporte para expor roupas à venda).


Segundo Cesar Baldi, a crítica aos privilégios da masculinidade feita pelo feminismo não pode continuar sendo tratada como um adendo aos direitos humanos. Ele também faz restrições à forma como esses temas são abordados na universidade. Para o pesquisador, essa abordagem é de baixa intensidade, vinculada à vertente da cidadania, não trabalhando duas questões fundamentais: a sexual e a racial. Cesar Augusto Baldi tem doutorado em Direitos Humanos e Desenvolvimento pela Universidade Pablo de Olavide, na Espanha. Ouça a entrevista que o repórter Diego Nascimento realizou para o Espaço Experimental, programa que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Vitor Feitosa)

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Igreja que interpreta Bíblia à luz dos direitos humanos realiza casamento comunitário gay na Paraíba

Descrição para cegos: Vários casais homoafetivos em abraço coletivo
dentro da igreja da comunidade metropolitana. Ao fundo cartazes com
a sigla ICM que consiste no nome da igreja.

Por Tereza Figueiredo

O mês de maio, conhecido como “mês das noivas”, é marcado pelo grande número de celebração de matrimônios. Em João Pessoa, maio será palco de um casamento comunitário não usual: as pessoas que se casarão são do mesmo sexo.
O matrimônio coletivo, previsto para o dia 29, será realizado na Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM), pelo pastor Clísten Corgellys e pelo reverendo Igor Simões, e contará com a presença de um tabelião, para que as uniões, além dos efeitos religiosos, também gerem efeitos legais.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Centenário de Ana Montenegro

Descrição para cegos: Imagem da Ana Montenegro em preto e branco.
Ao lado de Ana Montenegro há escrito a data de nascimento e a seguinte
 frase: Escritora, historiadora, advogada, poeta e militante política. Logo
acima tem a palavra centenário. A palavra centenário está curvada.
Já no rodapé se encontra a imagem da OAB Bahia.

Por Tereza Figueiredo

Ana Lima Carmo nasceu no Ceará, em 13 de abril de 1915 e, posteriormente, mudou-se para a Bahia, onde recebeu o título de cidadã. Formada em Direito e Letras, Ana Lima Carmo adotou o nome de Ana Montenegro, através do qual ficou conhecida pela sua luta em defesa dos Direitos Humanos.
Ana fundou a União Democrática de Mulheres da Bahia e participou da fundação da Federação Brasileira de Mulheres e do Comitê Feminino Pró-Democracia, sendo uma ativista dos Direitos Humanos até o seu falecimento, em 2006.