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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Helen Mirren dá uma lição sobre o “ser” feminista

Descrição para cegos: foto da atriz Helen Mirren em seu discurso na Universidade de Tulane. Ela está vestida com uma beca e fala ao microfone em um púpito que contém o nome da universidade.
Helen Mirren é uma renomada atriz britânica, vencedora do Oscar de melhor atriz por seu papel em A Rainha, filme de 2007. Entretanto, no último dia 20 de maio ela se destacou por outro motivo: foi oradora de uma turma de formandos da Universidade de Tulane, em Nova Orleans, nos Estados Unidos. Em seu discurso, ela disse que até pouco tempo atrás não era adepta do feminismo, mas que hoje já entendeu o que significa ser feminista e que o movimento é necessário para que não haja retrocesso na sociedade. Leia a matéria do jornalista do El País Brasil Emilio Sánchez Hidalgo sobre o discurso da atriz na Universidade de Tulane. (Vitor Feitosa)

terça-feira, 6 de junho de 2017

Assédio disfarçado de brincadeira em Roland Garros

Descrição para cegos: foto do tenista Maxime Hamou beijando a repórter Maly Thomas, que está à sua esquerda. À direita está um fã que sorri olhando a cena.
Por Vitor Feitosa

        O tênis é um esporte de damas e cavalheiros. Os atletas das categorias masculinas e femininas costumam prezar pela honestidade, respeito e jogo limpo nas partidas. São regras não escritas que já estão incorporadas ao manual desse esporte tão tradicional, e qualquer atitude que fuja a isso é vista com maus olhos.

domingo, 4 de junho de 2017

O batuque engajado e feminista do Coco das Manas – I

Descrição para cegos: foto de 17 integrantes do grupo em uma praça, à noite. Elas estão posando para a câmera, algumas de pé e outras sentadas. Diante delas, há alguns instrumentos de percussão no chão. No fundo aparecem luzes, casas e ônibus.

A garota que bate tambor nas manifestações populares já é uma imagem comum. Mas, acredite, ainda enfrentam machismo mesmo nos movimentos sociais. Porém, elas se organizaram e agora ocupam também os palcos com sua batida forte e canções engajadas. É o Coco das Manas, que nasceu na ocupação contra a extinção do Ministério da Cultura e hoje atrai público para ouvi-las clamar contra as injustiças e louvar as venerandas da cultura popular. Para conhecer melhor esse coletivo, ouça a entrevista que fiz com meu grupo com as integrantes Cinthya Luz e Jô Pontes para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB (Vitor Feitosa).


O batuque engajado e feminista do Coco das Manas – II

Descrição para cegos: foto de Jô Pontes e Cinthya Luz no estúdio, durante a entrevista.
A garota que bate tambor nas manifestações populares já é uma imagem comum. Mas, acredite, ainda enfrentam machismo mesmo nos movimentos sociais. Porém, elas se organizaram e agora ocupam também os palcos com sua batida forte e canções engajadas. É o Coco das Manas, que nasceu na ocupação contra a extinção do Ministério da Cultura e hoje atrai público para ouvi-las clamar contra as injustiças e louvar as venerandas da cultura popular. Para conhecer melhor esse coletivo, ouça a entrevista que fiz com meu grupo com as integrantes Cinthya Luz e Jô Pontes para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB (Vitor Feitosa).

quarta-feira, 17 de maio de 2017

O curioso caso da igualdade x machismo na Suécia

Descrição para cegos: a imagem mostra pai e filha sentados em uma cama. Ambos olham para um tablet sobre a cama. O quarto tem uma parede com um espelho e dois quadros onde a cama está encostada. Ao fundo se vê duas janelas com persianas e uma mesa com objetos.

Um país que é o segundo mais igualitário do mundo quando se fala em homens e mulheres. Dispõe de diversas políticas de promoção à igualdade de gênero, entre elas um sistema que oferece 480 dias de licença paternidade e maternidade, para que o cuidado de uma criança não recaia totalmente sobre a mãe. Entretanto, esse mesmo país apresenta também um dos maiores níveis de violência contra a mulher da União Europeia. Esta é a Suécia. Sobre esse assunto, a repórter Silvia Blanco, do El País Brasil, preparou uma reportagem especial. (Vitor Feitosa)

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Mulher negra será tema de evento promovido por alunos de Relações Públicas

Descrição para cegos: foto do professor Fellipe Brasileiro olhando para a câmera. Atrás dele há algumas árvores e carros do estacionamento do CCTA.

Na próxima quarta-feira, esses estudantes realizam o evento Mulher Negra em Foco, que acontece no Centro de Comunicação, Turismo e Artes da UFPB. Ele tratará a questão do preconceito e de como a mulher negra é vista na sociedade. O evento está sendo coordenado pelo professor do Departamento de Comunicação Fellipe Brasileiro. Segundo ele, o objetivo é contribuir para desconstruir a representação da mulher negra que vem sendo feita pela mídia. Ouça a matéria que fiz com o professor Fellipe Brasileiro para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Vitor Feitosa)

segunda-feira, 27 de março de 2017

Feminismo negro lutou por afirmação política no 8 de Março

Descrição para cegos: foto de Terlúcia Silva segurando uma faixa onde se vê escrito, em letras grandes: "Parem de nos matar!", Em seguida, em letras menores e entre parênteses, lê-se "Paraíba em marcha". Ela está de pé, no espaço do Ponto de Cem Réis, vendo-se, ao fundo, integrantes da marcha do 8 de março portando faixas e cartazes.

Os movimentos feministas negros de João Pessoa reforçaram a resistência em torno da figura da mulher negra nesse mês de março, o mês da mulher. Segundo Terlúcia Silva, coordenadora do Grupo Bamidelê, uma associação de mulheres negras na Paraíba, elas não têm o que comemorar. Apesar disso, Terlúcia reconhece a importância do mês para reafirmar a luta das mulheres negras frente à onda conservadora que acontece no Brasil. Ela esteve presente na mobilização do dia 8 de Março em João Pessoa, que se concentrou no Ponto de Cem Réis, no centro da capital.  Ouça a entrevista que fiz com Terlúcia para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Vitor Feitosa)

segunda-feira, 6 de março de 2017

Mobilizações marcarão o Dia Internacional da Mulher

Descrição para cegos: foto com várias mulheres que trabalham e estudam na UFPB. Elas estão em uma sala fechada, algumas em pé e outras sentadas. Todas estão sorrindo para a foto e a maioria está com o braço levantado em sinal de luta.
Por Vitor Feitosa

Uma grande paralização está marcada para acontecer em vários países na próxima quarta-feira, dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Mulheres ao redor de todo o mundo estão se unindo para que essa data não passe em branco, e que seja possível estimular a reflexão tanto sobre o lugar da mulher na sociedade contemporânea, quanto sobre a luta contra as formas de opressão contra a mulher que ainda existem, como o machismo e todos os tipos de violência. A ideia é também de passar a mensagem de que os movimentos feministas estão mais ativos do que nunca, e que a união é realmente necessária para fazer a força.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Pesquisador propõe feminismo como tema central dos direitos humanos

Descrição para cegos: foto de Cesar Baldi olhando para a câmera. Atrás dele veem-se as rampas de acesso ao CCJ da UFPB e parte da feira cultural do Seminário Internacional de Direitos Humanos (uma banca de livros onde uma mulher conversa com alguém e um suporte para expor roupas à venda).


Segundo Cesar Baldi, a crítica aos privilégios da masculinidade feita pelo feminismo não pode continuar sendo tratada como um adendo aos direitos humanos. Ele também faz restrições à forma como esses temas são abordados na universidade. Para o pesquisador, essa abordagem é de baixa intensidade, vinculada à vertente da cidadania, não trabalhando duas questões fundamentais: a sexual e a racial. Cesar Augusto Baldi tem doutorado em Direitos Humanos e Desenvolvimento pela Universidade Pablo de Olavide, na Espanha. Ouça a entrevista que o repórter Diego Nascimento realizou para o Espaço Experimental, programa que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Vitor Feitosa)