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quinta-feira, 9 de maio de 2019

OI, MENINAS, NO POST DE HOJE...

Descrição para cegos: uma mulher utilizando um computador enquanto segura um bebê apoiado na mesa.


Aqueles momentos de tédio que passamos o feed do facebook distribuindo likes, amei
e grr (esse último são para as besteiras que o presidente diz), de repente me deparei com um
vídeo da Blogueirinha e sua filhinha, Xay, com a seguinte legenda:

“Não julgo essa maternidade real! Dias de fúria de toda mãe!”

Estava em um grupo de mães e, pelos comentários, elas não sabiam quem as
personagens do post são. Logo, começaram as críticas e comparações com outras influencers
bem famosas e seus posts sobre a maternidade, principalmente com a clássica de que ser mãe
é uma benção e reclamar é um pecado.

Mães perfeitas, filhos perfeitos, fraldas e lookinhos do dia patrocinados, a vida que
todos os comentários do post desejavam.

200 e tantos comentários depois, vi um outro post no mesmo grupo:

“Meninas, não me julguem, mas hoje só queria conseguir rir de qualquer coisa. Meus filhos e
meu marido estão me deixando louca.”

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Revista Seito foi pioneira do feminismo no Japão

Descrição para cegos: fotografia antiga mostra um grupo de mulheres japonesas sentadas, vestidas tradicionalmente. Elas estão reunidas para aprender a escrever. A maioria delas está olhando em direção à câmera. Em segundo plano, um quadro branco com alguns símbolos do idioma japonês escritos.

Apesar da modernização e de avanços que possibilitaram a escolarização de algumas mulheres, o Japão do começo do século XX ainda mantinha ideias patriarcais rigorosas quanto ao papel e o comportamento feminino. Nesse contexto, um grupo de mulheres elaborou um projeto voltado para a audiência feminina, uma publicação em que as japonesasse sentiram representadas.Trata-se da revista literária Seito, que em pouco tempo também acolheu a contestação dos valores da cultura patriarcal da época, tornando-se pioneira no movimento feminista do Japão. Leia a reportagem do Nexo Jornal. (Felipe Lima)

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Revista Malembe lançou edição dedicada e produzida por mulheres

Descrição para cegos: foto da capa da quarta edição da revista Malembe. É composta por uma ilustração em que recortes de fotos e desenhos se confundem em obra de arte quase abstrata.
De circulação semestral, Malembe é um periódico dedicado à Literatura e está no seu quarto número. A proposta da nova edição surgiu da necessidade de visibilizar a produção feminina.  Idealizada por Carlos Nascimento, Débora Gil Pantaleão e Guilherme Delgado, suas editorias são específicas para cada gênero literário. A nova edição ganhou mais uma categoria, dedicada à tradução. Ouça a matéria de Bianca Patrícia para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Mikaella Pedrosa) 

segunda-feira, 28 de março de 2016

AzMina são todas elas


Descrição para cegos: imagem exibe a frase "Não me dou o 'respeito'
porque ele já é meu por direito" onde logo abaixo estão
 cinco mulheres maquiadas e usando lingeries.

Criada pela jornalista Nana Queiroz, a revista AzMina
 surgiu no ano passado e é uma publicação digital independente com o objetivo de contribuir para a redução das desigualdades de gênero no Brasil. Em 2015, a equipe oficializou as atividades com a criação da Associação AzMina de Jornalismo Investigativo, Cultural e Empoderamento Feminino. É uma revista plural em que as mulheres podem se enxergar e encontrar informações que as libertem da violência do machismo.A revista AzMina nasceu com o objetivo de apresentar temas esquecidos pela imprensa brasileira, como a falta de representatividade política da mulher e a violência doméstica. Além disso, estimula um marketing mais respeitoso e empoderador, trazendo um novo conceito de publicidade, editoriais de moda e autonomia. Para conhecer a revista, clique aqui. (Dani Fechine)