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quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Sintonia Feminina: Serviços Públicos de Saúde

Descrição para cegos: ilustração com a marca do projeto, que consiste de dois perfis de mulheres lado a lado, sendo que uma delas está sem olhos e sobrancelhas. Ao lado, lê-se: "Sintonia Feminina – série Mulher e Saúde –Programa 3: Serviços Públicos de Saúde”.
Programa 3 da série Mulher e Saúde




Série produzida por Julliana Veloso, Kalyandra Vaz e Valquíria Guimarães
Locutora: Renata Maia
Supervisão da produção: Carmélio Reynaldo Ferreira
Supervisão Pedagógica: Glória Rabay e Maria Eulina Carvalho
Gravado e mixado no Estúdio Pindorama por Tarcísio Almeida

Ficha técnica da dramatização Serviços Públicos de Saúde
Autoras: Julliana Veloso, Kalyandra Vaz e Valquíria Guimarães
MARLENE – Mônica Macedo
JOSINETE – Soia Lira
FRANCISCO – Hércules
NARRADOR – Sebastião Formiga

sexta-feira, 7 de julho de 2017

V Colóquio de Gênero e Cidadania, com Terlúcia Silva

Descrição para cegos: foto de Terlúcia Silva sendo filmada durante o colóquio, vendo-se em primeiro plano a câmera, em cujo visor sua imagem aparece.
O feminismo negro e a violência contra a mulher negra foram os temas predominantes no V Colóquio de Gênero e Cidadania, que teve como convidada a professora e assistente social Terlúcia Maria da Silva, da Bamidelê - Organização de Mulheres Negras na Paraíba. Nossa convidada tem mestrado em Direitos Humanos pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Jurídicas da UFPB e se dedica a pesquisas sobre violência doméstica contra as mulheres e suas interfaces com o racismo. O colóquio, realizado no dia 10 de novembro de 2016, foi organizado por Laianna Janu, Laís Suassuna, Luan Alexandre e Vandicleydson Araújo para a disciplina Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos do Curso de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba.

VEJA O COLÓQUIO NA ÍNTEGRA

1 – Feminismo negro
A professora define o feminismo negro e as suas demandas e destaca as personalidades que são referências no Brasil e no mundo.


sábado, 26 de novembro de 2016

Conduta sexual de risco impacta na vida da mulher e no mercado de trabalho


Descrição para cegos: foto da professora Mércia Santos olhando para a câmera.

A constatação resulta de duas pesquisas realizadas pela professora Mércia Santos, do Departamento de Economia da UFPB. Ambas estudaram os perfis socioeconômico, demográfico, cultural, regional e comportamental de adolescentes brasileiras. A partir disso, classificaram quais são as mulheres mais propensas a engravidar durante a adolescência. Foram verificados ainda os impactos da gravidez precoce no salário da mulher. Mais informações com a repórter Mikaella Pedrosa. A entrevista foi realizada para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. Ouça a matéria. (Laís Suassuna)

domingo, 28 de agosto de 2016

Uma semana para discutir diversidade, gênero e sexualidade

Descrição para cegos: cartaz do evento que tem na parte superior faixa formada pelas cores do arco íris, que vai até a metade da esquerda e o restante por uma combinação da marca da luta feminista - que consiste no símbolo do gênero feminino com um punho fechado no meio – e quadrados com faixas horizontais azul/branca/azul. À esquerda vêm-se ainda os logos das entidades patrocinadoras e, em tamanho maior o símbolo da semana, uma flor multicolorida cujas pétalas podem ser vistas como desenhos estilizados de pessoas. À direita, o nome do evento e período de realização.
Por Vandicleydson Araújo

A 1ª Semana UFPB da Diversidade, Gênero e Sexualidade será aberta nesta segunda-feira, às 19 horas, no auditório 412 do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes na Universidade Federal da Paraíba e se estende até a sexta-feira com palestras, mesas-redondas, aulas públicas, performances artísticas e reuniões de grupos de trabalho sobre os temas políticas públicas, violência, saúde e educação. A primeira atividade será a palestra ministrada por Érica Capinan, Coordenadora de Educação para Diversidade da Secretaria de Educação do Estado da Bahia.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

A morte do Ken Humano e a ditadura da beleza no universo masculino


Descrição para cegos: selfie no espelho de Celso Santebañes
segurando um boneco Ken e olhando para si mesmo.

Por Tereza Figueiredo


Embora muitos acreditem que a ditadura da beleza é assunto ultrapassado, restrito apenas ao universo feminino, e que há uma maior tolerância para os mais diferentes biotipos na atualidade, episódios como o falecimento de Celso Santebañes na semana passada, o Ken humano brasileiro, mostram que essa discussão é mais do que atual.
           Celso Santebañes morreu aos 20 anos, em decorrência de leucemia, doença que descobrira recentemente ao realizar exames para investigar reações a aplicações de hidrogel em seus músculos. Entretanto, o mais triste é saber que o jovem, que se submeteu a diversas intervenções cirúrgicas ao longo da curta vida para se parecer com o boneco Ken, estava tão preocupado em atingir um padrão surreal de beleza que esqueceu, e muitas vezes colocou em risco, a própria saúde.
Infelizmente casos como o de Celso Santebañes não são exceção, mas se tornam cada vez mais frequentes, e nos alertam de que não apenas a mulher sofre a pressão da mídia para ser perfeita em padrões surreais, mas também o gênero masculino, colocado muitas vezes como opressor, é vítima da ditadura da beleza, cada vez mais bizarra e inatingível, além de perigosa ao bem-estar físico e psicológico e desafiadora da própria natureza humana.