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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Sintonia Feminina: Práticas educativas sexistas 1

Descrição para cegos: ilustração com a marca do projeto, que consiste de dois perfis de mulheres lado a lado, sendo que uma delas está sem olhos e sobrancelhas. Ao lado, lê-se: "Sintonia Feminina -série Mulher e Educação - Programa 2: Práticas educativas sexistas 1”.

Programa 2 da série Mulher e Educação


Série produzida por Ana Carolina Abiahy, Henriqueta Santiago e Renata Câmara. Colaboração de Arlinson Coelho.
Locutora: Renata Maia
Supervisão da produção: Carmélio Reynaldo Ferreira
Supervisão pedagógica: Glória Rabay e Maria Eulina Carvalho
Gravado e mixado no Estúdio Pindorama por Tarcísio Almeida
Tema musical: Gizelle, de José Usircino da Silva (Maestro Duda), interpretado por Radegundis Feitosa (trombone) e Maria Teresa Madeira (piano). Fonograma cedido por Classe X.

Ficha técnica da dramatização Práticas educativas sexistas 1
Autora: Ana Carolina Abiahy
LÚCIA: Ingrid Trigueiro
MÁRCIA: Sílvia Torres

domingo, 15 de julho de 2018

Sintonia Feminina: Educação diferenciada e identidades de gênero

Descrição para cegos: ilustração com a marca do projeto, que consiste de dois perfis de mulheres lado a lado, sendo que uma delas está sem olhos e sobrancelhas. Ao lado, lê-se: "Sintonia Feminina -série Mulher e Educação - Programa 1: Educação Diferenciada e Identidades de Gênero.

Programa 1 da série Mulher e Educação


A série Sintonia Feminina consiste de 25 programas radiofônicos interativos produzidos com o objetivo de estimular a discussão sobre questões envolvendo mulheres e políticas públicas. Esses programas estão agrupados em cinco subséries, abordando os seguintes temas: Mulher e Educação, Mulher e Política, Mulher e Saúde, Mulher e Trabalho e Mulher e Violência.
Foi produzida no ano 2000 pelo projeto Mulher e Políticas Públicas: conectando mulheres parlamentares, movimentos de mulheres e audiências de rádio sob supervisão das professoras Glória Rabay e Maria Eulina Carvalho e do professor Carmélio Reynaldo Ferreira.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

V Colóquio de Gênero e Cidadania, com Terlúcia Silva

Descrição para cegos: foto de Terlúcia Silva sendo filmada durante o colóquio, vendo-se em primeiro plano a câmera, em cujo visor sua imagem aparece.
O feminismo negro e a violência contra a mulher negra foram os temas predominantes no V Colóquio de Gênero e Cidadania, que teve como convidada a professora e assistente social Terlúcia Maria da Silva, da Bamidelê - Organização de Mulheres Negras na Paraíba. Nossa convidada tem mestrado em Direitos Humanos pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Jurídicas da UFPB e se dedica a pesquisas sobre violência doméstica contra as mulheres e suas interfaces com o racismo. O colóquio, realizado no dia 10 de novembro de 2016, foi organizado por Laianna Janu, Laís Suassuna, Luan Alexandre e Vandicleydson Araújo para a disciplina Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos do Curso de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba.

VEJA O COLÓQUIO NA ÍNTEGRA

1 – Feminismo negro
A professora define o feminismo negro e as suas demandas e destaca as personalidades que são referências no Brasil e no mundo.


domingo, 28 de agosto de 2016

Uma semana para discutir diversidade, gênero e sexualidade

Descrição para cegos: cartaz do evento que tem na parte superior faixa formada pelas cores do arco íris, que vai até a metade da esquerda e o restante por uma combinação da marca da luta feminista - que consiste no símbolo do gênero feminino com um punho fechado no meio – e quadrados com faixas horizontais azul/branca/azul. À esquerda vêm-se ainda os logos das entidades patrocinadoras e, em tamanho maior o símbolo da semana, uma flor multicolorida cujas pétalas podem ser vistas como desenhos estilizados de pessoas. À direita, o nome do evento e período de realização.
Por Vandicleydson Araújo

A 1ª Semana UFPB da Diversidade, Gênero e Sexualidade será aberta nesta segunda-feira, às 19 horas, no auditório 412 do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes na Universidade Federal da Paraíba e se estende até a sexta-feira com palestras, mesas-redondas, aulas públicas, performances artísticas e reuniões de grupos de trabalho sobre os temas políticas públicas, violência, saúde e educação. A primeira atividade será a palestra ministrada por Érica Capinan, Coordenadora de Educação para Diversidade da Secretaria de Educação do Estado da Bahia.

domingo, 8 de maio de 2016

IV Colóquio de Questões de Gênero – com a professora Maria Eulina Carvalho


Descrição para cegos: foto mostra a professora Eulina e a câmera
filmando-a, com ela aparecendo no visor.

A professora Maria Eulina de Carvalho foi a convidada da turma de Jornalismo e Cidadania do curso de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba para o IV Colóquio de Questões de Gênero. O encontro aconteceu no dia 30 de março de 2016, e nele foram discutidos temas como a influência do patriarcado na sociedade, estratégias de combate à violência contra a mulher, sexualização de carreiras e feminismo negro, entre outros. Maria Eulina é mestre em Psicologia Educacional pela Universidade Estadual de Campinas, doutora pela Michigan State University, nos Estados Unidos, e pós-doutora pela Universidade de Valência, Espanha. É professora na pós-graduação em Educação na UFPB e pesquisadora do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Ação sobre Mulher e Relações de Gênero, o Nipam. A organização do colóquio foi de Dani Fechine, Gabriela Figueirôa e Vítor Nery.

Confira o colóquio da íntegra:



1 - Influência do patriarcado

A professora Maria Eulina fala sobre a dominação masculina na vida social e a relação de poder estabelecida pela sociedade patriarcal, que minimiza o papel da mulher.



quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Uso sexista da língua: não dê valor aos valores machistas

Descrição para cegos: ilustração do blog "Penso, logo feministo".

Tenho andado pensando sobre a minha infância. Pensei sobre a época da escola. Pensei, pensei. Com o passar dos anos, vi que gênero é uma construção social, eu posso desconstruir e construir novos olhares, a partir das diversas identidades de cada pessoa, você aí também pode. Afinal, temos que ter liberdade para ser o que somos. E assim, sou.
Ah, sei lá, deve ter sido na 2º série do ensino fundamental, na escola da fardinha verde - assim como era conhecida - de onde tenho a primeira lembrança de ser incluída no “ele”. Desde criança sempre me questionei: por que chamar, por exemplo, em uma sala de aula, os meninos e meninas de “eles”. “Eles estão fazendo a lição”; “Eles estarão no recreio daqui a meia hora”; “Eles já estão liberados”. Mas, professora, eu sou menina. Mas também podia me chamar de criança.
Na minha sala só tinha um, dois, três, quatro meninos, não importa o número, o fato é que a maioria sempre foi feminina. Mesmo assim, meninos e meninas eram colocados em uma categoria. Qual foi a escolhida: homem, homem. Apenas um em meio a todas já basta. Sim, isso mesmo. Engajadas(os) com a desconstrução do gênero e da sociedade machista utilizam várias formas: agricultorxs, agricultor@s, agricultoras e agricultores.
Talvez eu tivesse que me refazer em meio ao espaço escolar, naqueles anos que eu tinha oito anos. Só mais uma para quem atua na educação de ensino básico: existem questões de gênero na escola e ali há crianças em idade de formação, essa irá refletir nos seus princípios quando se tornarem adultas. Somos múltiplas identidades.
Qualquer coisa que não dê valor aos valores machistas!
Liberte sua mente. Essa não é uma questão inútil! (Carolina Ferreira)