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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Sintonia Feminina: Diferença salarial

Descrição para cegos: ilustração com a marca do projeto, que consiste de dois perfis de mulheres lado a lado, sendo que uma delas está sem olhos e sobrancelhas. Ao lado, lê-se: "Sintonia Feminina – série Mulher e Trabalho –Programa 3: Diferença salarial”.
Programa 3 da série Mulher e Trabalho




Série produzida por Juliane Diniz, Lívia Karol Araújo e Renata Câmara
Locutora: Renata Maia
Supervisão da produção: Carmélio Reynaldo Ferreira
Supervisão Pedagógica: Glória Rabay e Maria Eulina Carvalho
Gravado e mixado no Estúdio Pindorama por Tarcísio Almeida

Ficha técnica da dramatização Diferença salarial
Autora: Lívia Karol
NARRADOR: João Dantas

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Sintonia Feminina: Discriminação no mercado de trabalho

Descrição para cegos: ilustração com a marca do projeto, que consiste de dois perfis de mulheres lado a lado, sendo que uma delas está sem olhos e sobrancelhas. Ao lado, lê-se: "Sintonia Feminina – série Mulher e Trabalho –Programa 2: Discriminação no mercado de trabalho”.
Programa 2 da série Mulher e Trabalho




Série produzida por Juliane Diniz, Lívia Karol Araújo e Renata Câmara
Locutora: Renata Maia
Supervisão da produção: Carmélio Reynaldo Ferreira
Supervisão Pedagógica: Glória Rabay e Maria Eulina Carvalho
Gravado e mixado no Estúdio Pindorama por Tarcísio Almeida

Ficha técnica da dramatização Discriminação no mercado de trabalho
Autora: Juliane Diniz
MARIA: Sílvia Torres
ANA CLÁUDIA: Suzy Lopes

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Sintonia Feminina: Discriminação nas profissões

Descrição para cegos: ilustração com a marca do projeto, que consiste de dois perfis de mulheres lado a lado, sendo que uma delas está sem olhos e sobrancelhas. Ao lado, lê-se: "Sintonia Feminina – série Mulher e Trabalho –Programa 1: Discriminação nas profissões”.
Programa 1 da série Mulher e Trabalho



Série produzida por Juliane Diniz, Lívia Karol Araújo e Renata Câmara
Locutora: Renata Maia
Supervisão da produção: Carmélio Reynaldo Ferreira
Supervisão Pedagógica: Glória Rabay e Maria Eulina Carvalho
Gravado e mixado no Estúdio Pindorama por Tarcísio Almeida

Ficha técnica da dramatização Discriminação nas profissões
Autora: Renata Câmara
NARRADOR: Everaldo Pontes

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Violência de gênero atinge mais as mulheres negras

Descrição para cegos: foto de manifestante segurando um cartaz com a frase “a carne mais barata do mercado é a carne negra”. Em segundo plano, há uma multidão.

Quando se trata da mulher negra da periferia, os crimes relacionados às questões de gênero assumem formas diferentes. Elas são as mais atingidas e têm maior dificuldade no acesso à Justiça. Conforme dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, no Brasil, uma mulher foi assassinada a cada duas horas em 2016 e, segundo pesquisas complementares, entre as vítimas predominam as mulheres negras e pobres. Confira uma reportagem sobre o assunto no site Brasil de Fato. (Felipe Lima)

sábado, 30 de maio de 2015

Made in China: porque não assistir


Descrição para cegos: poster do filme "Made In China" que exibe o nome e imagem dos atores principais,
 o nome do filme, colagens da estátua do Cristo Redentor, de um Dragão Chinês ornamentado com flores e a bandeira do Brasil, mostrando a atriz Regina Cazé sorrindo aparecendo na frente de uma loja
.


Por Tereza Figueiredo

Made in China, filme que estreou ano passado e traz Regina Casé como protagonista, realmente faz jus ao seu título. No enredo, a atriz interpreta o papel de Francis, uma vendedora de uma loja no Saara, Rio de Janeiro, que tenta ajudar seu patrão a aumentar as vendas para que não tenha que fechar o estabelecimento. Entretanto, a loja em frente, a qual pertence a um casal de chineses, tem preços imbatíveis e Francis decide investigar de onde a mercadoria da concorrência vem para poder salvar a loja na qual trabalha.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Um belo dia resolvi mudar


Descrição para cegos: imagem mostra duas mãos segurando uma máscara  de baile.
Por Jade Santos

Quando eu era criança, agia como criança; pensava como criança. Costumava sempre observar meus irmãos; não gostava do modo como se portavam, como brincavam de futebol, como corriam pelo quintal.
Minha mãe sempre questionava e discutia com meu pai sobre meu jeito de ser, por que eu não era como as outras crianças? Por que não gostava de socializar com os demais? O que ela não entendia, é que não era eu quem não os queria por perto e sim ao contrário.
Quando completei quinze anos, passei a andar com umas meninas que conhecera na escola. Íamos ao shopping fazer compras, à praia nos bronzear, entre outras coisas. Certo dia fomos a uma butique, eu e a Carla. Ao entrarmos, percebi um olhar estranho de algumas pessoas em minha direção, inclusive da própria dona do estabelecimento.