O
canal DRelacionamentos, no Youtube, começou uma série de vídeos em que satirizam
as posições socioculturais de gênero que nos foram impostas. Nos esquetes, os
papéis são invertidos:homens são submetidos às mesmas situações que as mulheres
sofrem diariamente, em que suas imagens são relegadas a conceitos de gênero
estereotipados. O objetivo é causar estranheza e fazer refletir o porquê desse
sentimento, visto que os mesmos preconceitos e assédios sofridos pela mulher
foram tratados com naturalidade durante muito tempo. A série pretende reforçar
que o feminismo não é uma espécie demachismo às avessas. (Felipe Lima)
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quinta-feira, 14 de setembro de 2017
Série de vídeos mostra machismo às avessas
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sábado, 28 de maio de 2016
Nosso corpo nos pertence?
Cerca de 97% das mulheres odeiam os seus corpos em
algum momento da vida. É essa a primeira informação do vídeo motivacional
produzido pela marca de cereais Special K, dos Estados Unidos, e traduzido pelo
grupo de ativismo feminista Empodere Duas Mulheres. O vídeo incentiva mulheres
a amarem as suas próprias curvas – ou a ausência delas. Da mesma forma que
precisamos amar nossos traços perfeitos, temos que amar também cada detalhe das
nossas imperfeições. O vídeo nos convida a aceitarmos nossa imperfeita
perfeição. O questionamento, portanto, é imediato: nosso corpo nos pertence? Ou
ele é um simples produto da mídia? Não é fácil encarar o espelho todos os dias,
mas ele pode refletir a força que adquirimos todos os dias ao enfrentar situações
vexatórias. O corpo é meu!(Dani Fechine)
Veja o vídeo:
domingo, 31 de agosto de 2014
Minha vida de João: vídeo esclarecedor sobre identidade de gênero
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| Descrição para cegos: print da animação "Minha Vida de João". |
O Youtube é uma ótima ferramenta de informação. Numa rápida pesquisa podemos encontrar vários vídeos, entre documentários, entrevistas e filmes, que dizem respeito às questões de gênero. A pequena animação “Minha Vida de João” mostra a formação de identidade de gênero masculina. Quando o indivíduo está em formação, certas normas são passadas pelos pais e pela sociedade em geral, como, por exemplo, a atividade de jogar bola como conduta intrínseca masculina. E quando a vontade do pequeno menino é se vestir à semelhança de sua mãe? A sociedade vem com um lápis e apaga. Veja o vídeo aqui. (Luís Marques)
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