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terça-feira, 30 de abril de 2019

O monstro silencioso dos relacionamentos abusiv



Por Mônica Barros

Fonte: Google

Descrição para cegos: Mulher com as duas mãos na frente do rosto se protegendo de um possível ataque

Em matéria para a coluna psicoblog do G1, a psicóloga Joselene Alvim, publicou um texto sobre um monstro silencioso que sufoca a vida de muitas mulheres, os relacionamentos abusivos.

A matéria publicada significativamente no dia 8 de março, trás uma análise sintomática  comportamental do cotidiano de um relacionamento abusivo, e da dimensão corrosiva que ele pode tomar, disfarçado de ‘normalidade. Confira a matéria na integra clicando aqui.

Palavras chave: Relacionamentos abusivos, Mulheres, Direito das mulheres, psicologia, Mônica Barros

domingo, 28 de abril de 2019

Precisamos falar sobre transtornos alimentares


Por Mônica Barros


Fonte: Blog Quilombo Cibernético

Descrição para cegos: Mulher negra, magra, se pesando em uma balança, em frente ao espelho

As pressões sofridas pelas mulheres, devido ao padrão da magreza e branquitude, são fatores que as adoecem cada vez  mais . Uma pesquisa divulgada na Veja, em 2014, revelou que 77% das mulheres são propensas a distúrbios alimentares, um dado alarmante.

Ao abordar esse tema, é preciso entender os fatores externos que adoecem a mente de muitas mulheres na busca por atingir esse dito “padrão”. A estudante de Comunicação, Pryscila Galvão, produziu um relato pessoal enquanto uma mulher negra que foi vítima de bulimia.

No relato emocionante, Pryscila nos conta seus medos, traumas e principalmente como os fatores sociais cruzados (machismo e racismo) afetaram a sua saúde física e mental. Confira o relato completo clicando aqui



quinta-feira, 11 de abril de 2019

A representatividade das mulheres no cinema



Fonte: Metrópoles


Por Mônica Barros

O canal Brasil de Fato participou da cobertura do debate com as cineastas Yasmin Thayná, Laís Bodanzky, Marina Person e Lô Potili sobre a pauta Mulheres e Cinema. O vídeo tem o objetivo de discutir o protagonismo das mulheres no ambiente e produção do cinema brasileiro, levando em conta os dados do levantamento da Agência Nacional de Cinema (Ancine) realizado em 2016, que apontou uma quantidade baixíssima de obras dirigidas por mulheres.

O cinema é um dos seguimentos artísticos que mais reflete a construção desigual da sociedade, sendo protagonizado geralmente por homens brancos, enquanto a porcentagem de mulheres não ultrapassa os 17%.

Na entrevista, as cineastas discutem a importância de um cinema construído por e  para mulheres, principalmente no atual contexto político. Confira o vídeo completo clicando aqui.

Palavras chave: cinema brasileiro, mulheres, cinema, protagonismo, representatividade, direito das mulheres, Mônica Barros.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Flores Quilombolas

Por Mônica Barros 

O ensaio fotográfico Flores Quilombolas, retrata a diversidade e a expressão das mulheres da comunidade quilombola, Caiana dos Crioulos, localizada, no município de Alagoa Grande-PB.

As fotos foram registradas no evento, “Vivenciando Caiana”, tradicional festa oferecida pela comunidade para turistas da região. Apesar das dificuldades que a comunidade vem enfrentando com a falta de infraestrutura, as mulheres seguem floreando com seus sorrisos.






Descrição para cegos: Foto preto e branco de três moças negras sorrindo, com camisetas regatas e turbantes floridos


 

Descrição para cegos: Foto preto e branco de uma mulher negra sorrindo com vestido e cabelo trançado dentro da escola


Descrição para cegos: Foto preto e branco de uma moça negra com cabelo curto e óculos, dentro da sala de aula. Cadeiras ao fundo

 Descrição para e cegos: Foto preto e branco seis mulheres negras juntas e sorrindo na quadra poliesportiva da comunidade. Da esquerda para direita, quatro delas com camisas brancas, e as demais com camisas diferentes

 

Descrição para cegos: Foto preto e branco de Luciene Tavares, mulher negra presidente da associação de moradores da comunidade.



Descrição para cegos: Três meninas negras. Da esquerda para a direita, da mais alta para a mais baixa. Todas com regatas pretas e turbantes
 

Descrição para cegos: Senhora de idade negra, com óculos e suas guias, na frente de uma parede

Descrição para cegos: Mulher negra sorridente mostrando os acessórios que vende na feirinha de mulheres da comunidade


Palavras chave: quilombolas, mulheres negras, resistência, feminismo negro, diversidade

terça-feira, 26 de março de 2019

Um olhar sobre a segurança digital feminista



Fonte: (http://blogueirasnegras.org/guia/)
Decrição para cegos: Animação de duas mulheres usando a internet, a da esquerda pelo tablet e a da direita pelo computador. No centro da imagem temos as frases "autocuidado na rede", "curto e compartilho" e "para não deixar brechas para embuste, leia nosso guia."
Por Mônica Barros


     Desde que a chamada “explosão das redes sociais”, principalmente as imediatistas como Whatsapp, Snapchat e Instagram, aconteceram inúmeros casos de assédio virtual, difamação, exposição de fotos íntimas, entre outros tipos ataques direcionados às mulheres. A construção social de vulnerabilidade política e sobretudo moral das mulheres, faz com que nesses espaços estejamos sujeitas a diversos tipos de violência, inclusive as já naturalizadas no dia-a-dia.

     Ao mesmo tempo em ataques virtuais seguiram acontecendo, o movimento feminista ocupou a internet de diversas formas, criando espaços de acolhimento e propostas de combate a violência virtual contra a mulher. Recentemente a Universidade Livre Feminista, junto com o coletivo anarquista Maria Lab, SOS Corpo e apoio do Global Fund for Women, desenvolveram cursos e cartilhas de segurança digital feminista, com tutoriais e dicas de proteção contra ataques, comportamentos nas plataformas, e direcionamento para a articulação de redes de apoio virtual de fortalecimento de mulheres.


     A ação desenvolvida é de grande importância para o movimento feminista, após a assustadora onda de criminalização dos movimentos sociais e coletivos que defendem os direitos humanos. No Brasil a onda se intensificou em 2013 e tomou uma proporção maior após o golpe que retirou o poder da ex-presidenta Dilma Rousseff, em 2016. O sendo o golpe foi a própria manifestação da cultura patriarcal na qual estamos inseridas, que persegue e desmoraliza mulheres que se empoderam e assumem posicionamento político.


     A oficina em João Pessoa aconteceu em outubro do ano passado (2018), com articulação do Cunhã Coletivo Feminista. A ação foi realizada durante uma tarde com roda de conversa e formação para mulheres que atuam na militância. As cartilhas e dicas compartilhadas na oficina, também estão disponíveis no site da Universidade Livre Feminista, e está disponível para download; além disso, no mesmo site, estão disponíveis cursos de formação feminista para todas gratuitamente.
  

Créditos: Cunhã Feminista
Descrição para cegos: Mulheres reunidas se abraçando em circulo.


     Em um momento de tensão política em que vivemos, é preciso articular redes de segurança e apoio entre mulheres, e priorizar o debate da segurança digital e adotar as práticas e comportamentos que venham nos fortalecer no campo virtual, para que as nossas pautas e direitos não sejam atingidos.

terça-feira, 19 de março de 2019

Mulheres (Trans)formadoras da política

Descrição para cegos: Alexya Salvador, Érica Malunguinho, Duda Salabert e Jaqueline Gomes. Mulheres transexuais que concorreram às eleições, pela primeira vez, na história da política brasileira em 2018. Foto: Divulgação



Por Mônica Barros
       O Brasil é um dos países que mais mata travestis e mulheres trans, em razão desse dado assustador, a sobrevivência e ocupação dos espaços sociais e de poder por esse grupo, é um importante fator de resistência e transformação do poder político.
       Em reportagem para a Ponte Jornalismo, Paloma Vasconcelos relata suas entrevistas com quatro mulheres trans, que foram candidatas nas eleições de 2018: Alexya Salvador, Érica Malunguinho, Duda Salabert e Jaqueline Gomes; elas concorrem pela primeira vez a cargos de poder político, para falar de suas pautas e principais atuações no campo da educação e ativismo LGBTs.
       As entrevistadas se posicionaram sobre suas principais propostas de trabalho, trajetória de luta e resistência dentro da educação, e de como a vivência marginalizada e vulnerabilizada dos seus corpos ampliam sua perspectiva sobre as opressões reproduzidas pelo nosso sistema social.

Para acessar a reportagem completa da Ponte Jornalismo, clique aqui.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Por que as mulheres se aposentam mais cedo?

Descrição para cegos: Uma carteira de trabalho e previdência social
numa superfície totalmente branca.

Por Tereza Figueiredo

O artigo 201, § 7º, incisos I e II, da Constituição Federal dispõe que, dentre outros requisitos para a concessão da aposentadoria, é necessário que se tenha 35 anos de contribuição e 65 anos de idade, se homem, e 30 de contribuição e 60 de idade, se mulher.
Com as reformas previdenciárias sofridas no início deste ano, a exemplo das modificações no período aquisitivo para a concessão de seguro-desemprego, especula-se acerca de uma possível substituição do fator previdenciário. Assim, surge o questionamento: será que, com a possível troca do fator previdenciário por outro mecanismo, permanecerá a diferença quanto à idade e ao tempo de contribuição para homens e mulheres? A provável resposta é que sim.