terça-feira, 1 de agosto de 2017

“Quero que os fãs não tenham medo do meu gênero”

Descrição para cegos: foto da atriz Jodie Whittaker trajando sobretudo preto. Atrás dela vê-se uma floresta. 
Produzida e lançada pela emissora de televisão BBC em 1963, a série Doctor Who conta com renovações regulares de elenco. Há 54 anos no ar, o programa nunca contou com uma atriz interpretando o protagonista: Doctor, um alienígena com a capacidade de modificar sua aparência e personalidade para evitar a morte. Contudo, no último dia 16, a atriz inglesa Jodie Whittaker foi escolhida a 14ª pessoa para encarnar o personagem. O site Doctor Who Brasil noticiou a escalação e ainda traduziu uma entrevista na qual a atriz fala sobre a importância de ter uma mulher ocupando o papel. Confira na íntegra clicando aqui. (Lucas Campos)

sexta-feira, 7 de julho de 2017

V Colóquio de Gênero e Cidadania, com Terlúcia Silva

Descrição para cegos: foto de Terlúcia Silva sendo filmada durante o colóquio, vendo-se em primeiro plano a câmera, em cujo visor sua imagem aparece.
O feminismo negro e a violência contra a mulher negra foram os temas predominantes no V Colóquio de Gênero e Cidadania, que teve como convidada a professora e assistente social Terlúcia Maria da Silva, da Bamidelê - Organização de Mulheres Negras na Paraíba. Nossa convidada tem mestrado em Direitos Humanos pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Jurídicas da UFPB e se dedica a pesquisas sobre violência doméstica contra as mulheres e suas interfaces com o racismo. O colóquio, realizado no dia 10 de novembro de 2016, foi organizado por Laianna Janu, Laís Suassuna, Luan Alexandre e Vandicleydson Araújo para a disciplina Jornalismo, Cidadania e Direitos Humanos do Curso de Jornalismo da Universidade Federal da Paraíba.

VEJA O COLÓQUIO NA ÍNTEGRA

1 – Feminismo negro
A professora define o feminismo negro e as suas demandas e destaca as personalidades que são referências no Brasil e no mundo.


quarta-feira, 21 de junho de 2017

Helen Mirren dá uma lição sobre o “ser” feminista

Descrição para cegos: foto da atriz Helen Mirren em seu discurso na Universidade de Tulane. Ela está vestida com uma beca e fala ao microfone em um púpito que contém o nome da universidade.
Helen Mirren é uma renomada atriz britânica, vencedora do Oscar de melhor atriz por seu papel em A Rainha, filme de 2007. Entretanto, no último dia 20 de maio ela se destacou por outro motivo: foi oradora de uma turma de formandos da Universidade de Tulane, em Nova Orleans, nos Estados Unidos. Em seu discurso, ela disse que até pouco tempo atrás não era adepta do feminismo, mas que hoje já entendeu o que significa ser feminista e que o movimento é necessário para que não haja retrocesso na sociedade. Leia a matéria do jornalista do El País Brasil Emilio Sánchez Hidalgo sobre o discurso da atriz na Universidade de Tulane. (Vitor Feitosa)

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Seminário de gênero dá desconto em inscrição

Descrição para cegos: painel com as informações sobre local, datas e tema do seminário. À direita, logotipo do evento, que são quadros com rostos de pessoas.
O Seminário Nacional Gênero e Práticas Culturais chega a sua sexta edição em novembro. O evento terá como principal discussão as interfaces com as relações étnico-raciais e acontece no Centro de Educação da Universidade Federal da Paraíba em parceria com a Universidade Estadual da Paraíba. Em 2017, o seminário celebra 10 anos de debates sobre gênero e ética. O evento acontece de 22 a 24 de novembro. Clique aqui para mais informações sobre o seminário. (Cisco Nobre)

terça-feira, 13 de junho de 2017

Governo Temer: um ano de patriarcado

Descrição para cegos: foto de manifestação de mulheres contra a Reforma da Previdência. Elas caminham por uma estrada carregando faixas e bandeiras.
Com um ano à frente da Presidência da República, Michel Temer contribuiu para a desigualdade de gênero. Segundo Maria Júlia Montero, integrante da Marcha das Mulheres de São Paulo, os discursos e as ações do presidente alimentaram o patriarcado através da mercantilização das mulheres, o controle de suas funções reprodutivas e maior exploração do trabalho. Confira a análise no Blog Marcha Mundial das Mulheres, clicando aqui. (Cisco Nobre)

sábado, 10 de junho de 2017

ONU Mulheres lança cartilha de empoderamento

Descrição para cegos: painel da cartilha com os 7 princípios de empoderamento feminino. À direita, o logotipo do ONU Mulheres, com um globo representando a Terra.
Com o objetivo de promover a igualdade de gênero na comunidade empresarial visando à qualidade de vida das mulheres, a ONU Mulheres, em parceria com o Pacto Global, lançou uma cartilha sobre empoderamento feminino. Segundo o manual, a equidade de gênero promove um fortalecimento das economias, além de impulsionar os negócios e desenvolvimento sustentável. Contendo 24 páginas, a cartilha apresenta sete princípios para o empoderamento das mulheres e busca impulsionar uma melhor relação de trabalho. Confira a cartilha clicando aqui. (Cisco Nobre)

terça-feira, 6 de junho de 2017

Assédio disfarçado de brincadeira em Roland Garros

Descrição para cegos: foto do tenista Maxime Hamou beijando a repórter Maly Thomas, que está à sua esquerda. À direita está um fã que sorri olhando a cena.
Por Vitor Feitosa

        O tênis é um esporte de damas e cavalheiros. Os atletas das categorias masculinas e femininas costumam prezar pela honestidade, respeito e jogo limpo nas partidas. São regras não escritas que já estão incorporadas ao manual desse esporte tão tradicional, e qualquer atitude que fuja a isso é vista com maus olhos.

domingo, 4 de junho de 2017

O batuque engajado e feminista do Coco das Manas – I

Descrição para cegos: foto de 17 integrantes do grupo em uma praça, à noite. Elas estão posando para a câmera, algumas de pé e outras sentadas. Diante delas, há alguns instrumentos de percussão no chão. No fundo aparecem luzes, casas e ônibus.

A garota que bate tambor nas manifestações populares já é uma imagem comum. Mas, acredite, ainda enfrentam machismo mesmo nos movimentos sociais. Porém, elas se organizaram e agora ocupam também os palcos com sua batida forte e canções engajadas. É o Coco das Manas, que nasceu na ocupação contra a extinção do Ministério da Cultura e hoje atrai público para ouvi-las clamar contra as injustiças e louvar as venerandas da cultura popular. Para conhecer melhor esse coletivo, ouça a entrevista que fiz com meu grupo com as integrantes Cinthya Luz e Jô Pontes para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB (Vitor Feitosa).


O batuque engajado e feminista do Coco das Manas – II

Descrição para cegos: foto de Jô Pontes e Cinthya Luz no estúdio, durante a entrevista.
A garota que bate tambor nas manifestações populares já é uma imagem comum. Mas, acredite, ainda enfrentam machismo mesmo nos movimentos sociais. Porém, elas se organizaram e agora ocupam também os palcos com sua batida forte e canções engajadas. É o Coco das Manas, que nasceu na ocupação contra a extinção do Ministério da Cultura e hoje atrai público para ouvi-las clamar contra as injustiças e louvar as venerandas da cultura popular. Para conhecer melhor esse coletivo, ouça a entrevista que fiz com meu grupo com as integrantes Cinthya Luz e Jô Pontes para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110KHz), produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB (Vitor Feitosa).

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Pela independência: a mulher no comando da Fifa

Descrição para cegos: foto de Fatma Samoura ao lado de um painel com várias bolas de futebol, representativas das diversas Copas do Mundo. Ela tem a mão esquerda apoiada em uma bola e olha para a câmera.
Por Cisco Nobre

O primeiro jogo de futebol praticado por mulheres reconhecido pela Fifa aconteceu no final da Século XIX. A cidade de Londres, com pouco público, no ano de 1895, viu moças desafiarem a intolerância e praticarem o esporte que viria a ser o de maior sucesso da Idade Contemporânea. Passados 127 anos da partida inaugural, a entidade que administra o futebol mundial observa a modalidade feminina obter êxito e encher estádios das competições de disputadas por seleções. Porém, a realidade não é igual para todas as jogadoras e muitas ainda batalham contra o preconceito, além da busca  pela profissionalização.

sábado, 20 de maio de 2017

Comissão quer reduzir disparidade de gênero na web

Descrição para cegos: página do relatório original, em inglês. Nele, há um gráfico redondo dividido em quatro partes com recomendações para o uso da rede. Ao fundo, várias cores que formam a capa do relatório.

O Grupo de Trabalho sobre Divisão Digital de Gênero da Comissão de Banda Larga para o Desenvolvimento Sustentável, em parceria com a Unesco, divulgou neste ano novo relatório. Com o título Recomendações para a ação: vencendo a disparidade de gêneros na internet e no acesso e uso da banda larga, tem o objetivo de quebrar as barreiras que as mulheres enfrentam no acesso e utilização da internet. A preocupação se deve ao aumento das desigualdades entre usuários da rede no âmbito global, de 2013 até 2016. Confira os destaques e o relatório original clicando aqui. (Cisco Nobre)

quarta-feira, 17 de maio de 2017

O curioso caso da igualdade x machismo na Suécia

Descrição para cegos: a imagem mostra pai e filha sentados em uma cama. Ambos olham para um tablet sobre a cama. O quarto tem uma parede com um espelho e dois quadros onde a cama está encostada. Ao fundo se vê duas janelas com persianas e uma mesa com objetos.

Um país que é o segundo mais igualitário do mundo quando se fala em homens e mulheres. Dispõe de diversas políticas de promoção à igualdade de gênero, entre elas um sistema que oferece 480 dias de licença paternidade e maternidade, para que o cuidado de uma criança não recaia totalmente sobre a mãe. Entretanto, esse mesmo país apresenta também um dos maiores níveis de violência contra a mulher da União Europeia. Esta é a Suécia. Sobre esse assunto, a repórter Silvia Blanco, do El País Brasil, preparou uma reportagem especial. (Vitor Feitosa)

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Mulher negra será tema de evento promovido por alunos de Relações Públicas

Descrição para cegos: foto do professor Fellipe Brasileiro olhando para a câmera. Atrás dele há algumas árvores e carros do estacionamento do CCTA.

Na próxima quarta-feira, esses estudantes realizam o evento Mulher Negra em Foco, que acontece no Centro de Comunicação, Turismo e Artes da UFPB. Ele tratará a questão do preconceito e de como a mulher negra é vista na sociedade. O evento está sendo coordenado pelo professor do Departamento de Comunicação Fellipe Brasileiro. Segundo ele, o objetivo é contribuir para desconstruir a representação da mulher negra que vem sendo feita pela mídia. Ouça a matéria que fiz com o professor Fellipe Brasileiro para o programa Espaço Experimental, que vai ao ar todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Vitor Feitosa)

terça-feira, 2 de maio de 2017

Audiência pública cobrou políticas institucionais de proteção às mulheres na UFPB

Descrição para cegos: foto da professora Tatiane Guimarães de pé, olhando para a câmera. Atrás dela há uma faixa na qual está escrito em letras grandes "Fora Temer".


Na última quarta-feira, mulheres de todos os campi da Universidade Federal da Paraíba se reuniram no auditório da reitoria para uma audiência pública. O objetivo foi entregar um documento cobrando da gestão políticas institucionais de proteção às mulheres. O documento contém denúncias e sugere soluções para os casos de assédio e problemas enfrentados por machismo na universidade. A repórter Bruna Cairo entrevistou a professora Tatiane Guimarães de Oliveira. Ela é representante do grupo de mulheres organizadoras da audiência pública e professora do Centro de Ciências Jurídicas no campus de Santa Rita. A entrevista foi ao ar no Espaço Experimental, programa veiculado todos os sábados, às 9 horas, na Rádio Tabajara AM (1.110 kHz) produzido pela Oficina de Radiojornalismo do Curso de Jornalismo da UFPB. (Cisco Nobre)