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| Descrição para cegos: imagem da bandeira LGBT com machas de sangue ao fundo. |
Por Jade
Santos
O Grupo Gay da Bahia (GGB), uma das
organizações mais importantes do Movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais e
Travestis (LGBT), relata anualmente o número de ocorrências violentas
praticadas contra membros desse grupo no Brasil. O professor Roberto Efrem
utiliza dados do GGB e analisa essa situação em seu artigo Corpos Brutalizados: conflitos ematerializações nas mortes de LGBT.
Ao julgar esses crimes, a justiça
brasileira não os entende como homofóbicos, mas, sim como cruéis e brutais. Para
a polícia, o principal motivo dos delitos não é a homofobia, mas sim a vingança.
Pois, a forma como as vítimas são encontradas demonstra explicitamente um ato
de ódio e crueldade.





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